O país está em crise e isso não é novidade para ninguém. Até agora eu ainda não fui impactada diretamente por essa crise, mas já vejo sinais de insegurança nas pessoas que atendo e isso poderá significar perder alguma renda nos próximos meses. Percebi também que não tenho recebido novos pacientes com a mesma frequencia de antes. Além disso, fiz algumas análises do meu orçamento e percebi que tudo (tudo mesmo!) aumentou de preço em relação a 2014.
Comecei a ficar mais preocupada e insegura e com isso vem uma necessidade urgente de cortar custos, como a maioria dos brasileiros.
Pensei que talvez esses cortes estão vindo em um bom momento (louco, né?). Pois é, sabe a história do limão/limonada? é isso!
Vou tentar aliar minhas necessidades de gastar menos com o que escrevi no post anterior sobre a necessidade de mudar de estilo de vida.
Tenho percebido que estou mais ansiosa e isso influencia muito diretamente minhas finanças, porque começo tentar fazer coisas "legais" para a casinha... É uma comprinha na tokstok daqui, uma comprinha na etna de lá, uma outra comprinha (quase sem culpa) na lojinha de 1,99 e por aí vai.
Eu até brinco que em qualquer crise eu preciso pintar parede e comprar edredon novo!hahaha! Parece loucura, mas é quase isso que acontece.
Preciso reduzir gastos, cortar onde der e voltar a ter uma reserva para os momentos de aperto.
Em maio, quando troquei de carro, acabei utilizando toda minha reserva financeira e ainda entrei no cheque especial e fiz um "empréstimo familiar". Pelos meus cálculos, nos dois meses seguintes eu conseguiria sair do vermelho e agora, no segundo semestre, voltaria a juntar dinheiro para pagar o empréstimo. Por conta dos aumentos nos serviços, da perda de alguns clientes e de alguns gastos com saúde que não estavam previstos (tive um problema dentário sério e gastei uma fortuna! Além disso voltei ao tratamento com minha psiquiatra, que custa caro e não aceita meu seguro saúde), acabei não conseguindo voltar aos trilhos ainda.
Enfim, é outubro e preciso me organizar para entrar na linha até o final do ano.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Uma depressão e uma mudança de curso
Passei um longo tempo fora do blog, em parte por problemas técnicos (não consigo configurar meu smartphone e meu notebook está meio capenga!), mas em grande parte também por ter passado por um período meio delicado na vida. Desde o início do ano tenho me sentido muito cansada, mesmo nos feriados ou finais de semana, mesmo quando durmo bem. Era uma sensação de falta total de energia, de ânimo e até de vontade de fazer qualquer coisa. No início atribuí isso ao fato de estar trabalhando bastante (fora e dentro de casa) e de ter um filho de 2 anos, cheio de energia. Depois fui percebendo que não era só isso. Depois de anos de terapia, aprendi a identificar meus sinais quando algo vai mal. E era isso: eu estava deprimida- de novo- e precisava tomar alguma providência. Em junho foi a gota d'água, depois de ter um problema dentário, com muuuita dor, por vários dias, percebi o quanto estava fragilizada e o quanto isso me deixou mal, mesmo sendo apenas uma dor física. Enfim, fui procurar ajuda. Tenho uma psiquiatra de confiança, que me tratou durante uns dois anos, com muita competência e afeto. Estou me sentindo melhor, apesar de ainda estar me adaptando ao remédio, que mexe muito com meu sono e apetite. Além disso, tomei uma providência em relação ao meu "meio casamento" com o pai do meu filho. Enfim, hora de saber que relações chegam ao fim e é preciso aceitar isso.
Agora estou bem. Muito mais leve e confiante, mas ainda bastante cansada.
Tirei uma semana de férias e acabo de voltar da praia com o filhote. Confesso que viajar com ele sozinha não foi uma tarefa fácil. Não ter com quem dividir os cuidados e a atenção que ele pede, foi uma barra e pra quem já estava tão cansada, imaginem! Mas apesar disso, foi bom ter um tempo só nosso, sem horários e sem rotina.
Na semana anterior foi meu aniversário. Achei que iria ficar mais deprê, mas foi bom. Acabei pensando muito sobre a vida e sobre o rumo que as coisas tomaram. Hora de corrigir o curso das coisas. Preciso me reencontrar comigo e com coisas que abandonei nem sei porquê. Eu já tive um estilo de vida muito mais simples, quase frugal, e confesso que sinto falta disso. Acho que preciso investir mais em qualidade de vida e menos em ter coisas.
Esses dias foram muito produtivos nesse sentido... ficar na praia, sem grandes consumos, investindo em uma alimentação mais saudável, me fez pensar no quanto as coisas andavam erradas!
É isso aí! Antes tarde do que nunca!!! hahaha
Vamos mudar o rumo desse trem!
É um novo ciclo e quero me organizar de outra maneira agora.
Agora estou bem. Muito mais leve e confiante, mas ainda bastante cansada.
Tirei uma semana de férias e acabo de voltar da praia com o filhote. Confesso que viajar com ele sozinha não foi uma tarefa fácil. Não ter com quem dividir os cuidados e a atenção que ele pede, foi uma barra e pra quem já estava tão cansada, imaginem! Mas apesar disso, foi bom ter um tempo só nosso, sem horários e sem rotina.
Na semana anterior foi meu aniversário. Achei que iria ficar mais deprê, mas foi bom. Acabei pensando muito sobre a vida e sobre o rumo que as coisas tomaram. Hora de corrigir o curso das coisas. Preciso me reencontrar comigo e com coisas que abandonei nem sei porquê. Eu já tive um estilo de vida muito mais simples, quase frugal, e confesso que sinto falta disso. Acho que preciso investir mais em qualidade de vida e menos em ter coisas.
Esses dias foram muito produtivos nesse sentido... ficar na praia, sem grandes consumos, investindo em uma alimentação mais saudável, me fez pensar no quanto as coisas andavam erradas!
É isso aí! Antes tarde do que nunca!!! hahaha
Vamos mudar o rumo desse trem!
É um novo ciclo e quero me organizar de outra maneira agora.
domingo, 19 de julho de 2015
Minha luta para me tornar organizada
Confesso que manter a casa (e a vida) organizada não é uma tarefa
fácil para mim.
Depois de muito refletir sobre os motivos disso ser tão difícil,
cheguei a algumas conclusões interessantes:
1. Eu, assim como boa parte da população, não fomos motivados para
nos tornarmos organizados;
2. Minha geração, particularmente, cresceu sob o peso da luta de
gêneros, porque a mulher da geração da minha mãe começou a sair de casa para
trabalhar e nossa geração cresceu sabendo que mulher tinha que se profissionalizar,
trabalhar fora, estudar, ter vida social e por aí vai. Eu me tornei uma
adolescente que sabia que tinha que ser mais, comecei a trabalhar cedo,
estudava a noite, como a maioria das meninas da periferia, na época. Desenvolvi
uma autonomia da qual me orgulho muito, aprendi a valorizar o esforço das
pessoas que saem todas as manhãs, tomam ônibus e metrô lotados, ficam 10, 12 e
até 14 horas fora de casa. Consegui me formar e hoje trabalho naquilo que
gosto. Comprei meu primeiro apartamento antes dos 25 anos (um luxo, na época!).
Nada errado com isso, muito pelo contrário, a não ser pelo fato de que criamos
uma certa aversão a atividades de "mulherzinha".
3. Além desses fatores sociais, tem a experiência de dentro de
casa, que faz toda a diferença. Eu venho de uma família com pouquíssimos
recursos financeiros (graças a Deus, isso mudou!). Tenho 4 irmãos e morávamos
em uma casa que mal cabia todo mundo. Minha mãe sempre deu um duro danado e
sempre se orgulhou do quanto nossa casa era limpa. Agora, imagina dar conta
disso, com 5 filhos?! Ela se tornou obsessiva por limpeza e só vivia para isso
e para o trabalho. Como não conseguíamos dar conta de suas expectativas de
"casa mais limpa da rua", vivia estressada e brigava por tudo.
Infelizmente, ainda é assim. Com isso desenvolvi uma raiva secreta (rs) de
limpar, arrumar, manter em ordem... que me acompanhou durante muitos anos.
Ainda hoje odeio lavar louças ou passar um dia inteiro cuidando da casa, mas já
consegui resolver muito disso em análise, sério! O fato é que algo que gera
muita tensão numa família, não é saudável para ninguém e acaba tendo efeito
contrário- em vez de me esforçar para fazer as coisas bem feitas, eu me esmerei
em fugir de casa o máximo que pudesse, para sair do estresse e das tarefas
domésticas em si.
Foi assim que cresci, não tenho como mudar meu passado, mas tenho
revisto meu modo de vida e tentado me adequar, sem muito fanatismo, a uma vida
mais organizada.
Nessa minha empreitada já tentei vários métodos, várias formas e
fiz várias descobertas do que funciona ou não para mim.
Digo para mim, porque aprendi que aquilo que serve para uma
pessoa, pode não servir para outra.
O fato é que não desenvolvi algumas características de pessoas
organizadas e com isso acabo sofrendo ainda hoje. Por exemplo, eu tenho uma
dificuldade enorme de colocar as coisas de volta no lugar, após usá-las. Sei
que esse é um hábito que faz tooooda a diferença, mas ainda não desenvolvi tal
habilidade. Outra coisa que faço muito é procrastinar. Estou há 6 meses dizendo
que preciso dar uma geral nos meus sapatos e só conseguir iniciar a organização
ontem.
Mas nem tudo está perdido! Já consegui reduzir muito as coisas
aqui em casa. É engraçado, né? Ter poucas coisas foi algo muito importante para
mim no passado, mas depois passei a comprar mais coisas e acabei tendo mais do
que o necessário. Não que eu tenha me tornado uma acumuladora, mas eu passei a
consumir mais do que devia e minha casa precisou passar por vários momentos de
destralhamento. É estranho como a gente não percebe muito como isso vai
acontecendo e quando se dá conta, tem um milhão de livros que não vai ler,
milhares de revistas, eletrodomésticos, roupas, brinquedo, sapatos, objetos
decorativos que não decoram mais nada e mais um monte de coisas sem sentido. Dá
para entender um pouco mais os acumuladores!
Enfim, não sou uma acumuladora patológica e tenho um olhar sobre
essas coisas, por isso jamais perdi o controle sobre o que deve ficar em minha
casa e em minha vida!
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Quando a gente aprende a romper com padrões
Quando alguém vem me falando de mais uma descoberta científica em relação a algum alimento, eu sempre brinco dizendo: ah, o vilão não é mais o tomate? hahaha. Lembram do tempo em que tomate fazia mal pra tudo e depois passou? Aí veio o carboidrato, o leite e tantos outros vilões (tadinhos!). Pois é, no mundo da nutrição, da moda, da decoração, dos negócios... enfim, em qualquer área sempre acontece isso de virem modas que simplesmente colocam no lixo coisas que funcionavam bem até então.
Qualquer um de nós já entrou numa de comprar a ideia da moda e descartou algo de que gostava até então. Eu me lembro de vários exemplos disso. Houve um tempo em que não se usava cores fortes nas paredes, aí as pessoas pintavam as casas de beje, branco, amarelinho ou o detestável pêssego. Lembram? Quem coloria as paredes fora dessa paleta era visto como exagerado ou sem estilo. Depois vieram os tons rebaixados, lindos! tristes e frios, mas fizeram sucesso por um bom tempo e os tons clarinhos viraram os vilões. Hoje (graças a deus!!!) o que existe em relação à pintura das paredes é uma regrinha simples: use o que combina com sua decoração e sua personalidade. Simples assim! E isso me deixa muito feliz, porque é isso que vale, a gente tem que poder fazer o que gosta, o que combina com a gente e o que nos deixa felizes. É lógico que as referências da moda sempre ajudam a pensar, mas tem que ser só isso. Eu NÃO VOU usar estampa de bicho, só porque está na moda, porque eu ODEIO estampa de bicho!
Aí que outro dia eu estava refletindo sobre meu amadurecimento nos últimos anos (é isso né, depois dos 40 a gente começa a pensar mais sobre isso!) e fiquei pensando no que havia de mais positivo no meu processo de amadurecimento e minha conclusão foi justamente a de que eu parei, há alguns anos, de me preocupar com modismos ou tendências e passei a usar o que gosto, a ter na minha casa e na minha vida aquilo que gosto.
Na nossa rotina diária já temos que conviver com tantas coisas que não gostamos, por que então não exercitar o direito de escolha nas coisas que podemos escolher?
Qualquer um de nós já entrou numa de comprar a ideia da moda e descartou algo de que gostava até então. Eu me lembro de vários exemplos disso. Houve um tempo em que não se usava cores fortes nas paredes, aí as pessoas pintavam as casas de beje, branco, amarelinho ou o detestável pêssego. Lembram? Quem coloria as paredes fora dessa paleta era visto como exagerado ou sem estilo. Depois vieram os tons rebaixados, lindos! tristes e frios, mas fizeram sucesso por um bom tempo e os tons clarinhos viraram os vilões. Hoje (graças a deus!!!) o que existe em relação à pintura das paredes é uma regrinha simples: use o que combina com sua decoração e sua personalidade. Simples assim! E isso me deixa muito feliz, porque é isso que vale, a gente tem que poder fazer o que gosta, o que combina com a gente e o que nos deixa felizes. É lógico que as referências da moda sempre ajudam a pensar, mas tem que ser só isso. Eu NÃO VOU usar estampa de bicho, só porque está na moda, porque eu ODEIO estampa de bicho!
Aí que outro dia eu estava refletindo sobre meu amadurecimento nos últimos anos (é isso né, depois dos 40 a gente começa a pensar mais sobre isso!) e fiquei pensando no que havia de mais positivo no meu processo de amadurecimento e minha conclusão foi justamente a de que eu parei, há alguns anos, de me preocupar com modismos ou tendências e passei a usar o que gosto, a ter na minha casa e na minha vida aquilo que gosto.
Na nossa rotina diária já temos que conviver com tantas coisas que não gostamos, por que então não exercitar o direito de escolha nas coisas que podemos escolher?
A relação entre nossas emoções e nossa conta bancária
Pode parecer meio absurdo o título aí em cima, mas sempre percebo
uma relação direta entre aquilo que vivemos internamente e todo nosso entorno.
Todo mundo já deve ter visto aqueles programas de organização de
casas de acumuladores, né? Pois é, nesses casos é muito fácil ver o quanto as
pessoas que acumulam o fazem por motivos emocionais. Sempre tem uma perda não
elaborada, uma tristeza não localizada ou uma vida que perdeu o rumo. Nesses
casos é muito fácil, porque a "bagunça" interna e externa são
gritantes. O acumulador compulsivo é facilmente detectado porque a bagunça é
muito clara.
Mas e a bagunça que não é visível?
Pois é dela que quero falar hoje.
Eu já falei antes que não me considero uma gastadora compulsiva,
mas que tenho tido, ao longo da vida, alguns momentos de deslize. O que
acontece comigo não é diferente do que ocorre com muitas pessoas mas tenho
percebido um certo padrão no meu comportamento.
Percebo, por exemplo, que quando estou mais triste, começo a
projetar muitas mudanças na casa, grandes reformas e reorganização dos espaços.
E com isso vem um desejo, quase que incontrolável, de comprar coisas novas para
a casa.
Nos últimos meses tenho me sentido mais triste, menos animada com
a vida que tenho. Apesar de estar tudo correndo bem, sinto uma tristeza enorme.
Por enquanto isso acontece em apenas alguns momentos e sinto que preciso me
cuidar logo, para que não fique mais grave (mas isso é outra história).
Nesses momentos sou tomada por um desejo ambivalente, ora quero ficar
quietinha, sem fazer nada, ora quero mudar tudo. E tudo inclui minha casa, uma
parte importante de quem sou.
No início deste ano resolvi mudar o quarto do filhote, até aí tudo
bem, porque ele já vai fazer 3 anos e eu não mexi em nada do quarto desde que
ele nasceu, com isso, ficamos com um quarto de bebê até aqui. Mas junto com
esse desejo (e até necessidade) de mudança, em tempos "normais" viria
também uma vasta organização financeira, para que não gastasse além do
programado e com isso não me endividar.
O que foi acontecendo pode parecer normal aos olhos de outros, mas
já acende aquela luzinha amarela, sabe? Comecei comprando o armário do quarto,
parcelando em 6X, mas antes que isso fosse quitado, já comprei uma cama
bacana.
Nesse ínterim veio a necessidade de trocar de carro e isso era uma
necessidade mesmo, já que o meu começou a apresentar uma série de problemas e
consequentes gastos. Comprei um novo carro em abril/maio e as dívidas
aumentaram.
A gota d'agua porém, veio agora em junho, neste final de
semana. Após passar duas semanas organizando minhas finanças para que quitasse
todas essas dívidas até o final do ano, sem maiores dificuldades, fui ao
shopping com o filhote e comprei um tênis caro para ele (podia esperar!) e
roupas de cama novas para mim e para ele. Eu fui me empolgando com as
comprinhas, mesmo sabendo que aquilo era compulsivo e desnecessário no momento.
A medida em que ia escolhendo as peças, me sentia mais alegre por saber que
nossos quartos ficariam lindos e minha vida mais
feliz...
Esse foi o sinal de que estou mesmo tentando me compensar por algo
que não está bem em minha vida. Comprar um edredom me fez ter, por alguns
minutos, uma vida mais feliz.
Pode parecer bobo e você pode estar pensando: "mas foi só um
edredom!", mas não se trata apenas disso. Eu comprei edredons que estariam
na promoção daqui a dois meses, no mesmo período em que quitaria outras dívidas
e com isso poderia comprar tranquilamente.
Olhando agora para o meu lindo edredom e para a minha vida
não tão linda, percebo que preciso cuidar das minhas emoções, do meu sofrimento
com coisas que não consigo mudar e daquilo que tenho e que é mais importante do
que tudo nessa vida: meu filho, meu trabalho e minha casa.
Preciso me cuidar porque hoje são apenas edredons, mas podem ser
outras e outras coisas e isso, realmente não tem fim, a menos que eu possa
cuidar para que as relações significativas estejam no lugar mais importante e
que as coisas sejam apenas isso.
domingo, 26 de abril de 2015
Organização financeira para autônomos
Organização financeira é uma tarefa difícil. Imagine então, organizar as finanças quando não se tem renda fixa, quando se recebe em vários dias do mês e de vários clientes diferentes e ainda de diversas maneiras (dinheiro, cheque, transferência bancária) e em 3 contas diferentes. Ufa! Cansa só de pensar, né?
Pois é, eu estou vivendo este momento, porque desde que comecei a trabalhar por conta própria, fui combinando com cada paciente a melhor maneira de acertarmos os honorários. O resultado disso é uma grande confusão, muitas vezes difícil de administrar.
Sei que muita gente vive essa realidade e sei que é preciso muita disciplina para lidar com isso. Então, nos últimos meses tenho feito vários ajustes que me possibilitam uma melhor organização financeira:
Tenho 3 contas bancárias e por mais que isso me incomode, ainda não tenho como mudar isso. A conta do Bradesco era minha conta salário, onde faço a maior parte das minhas movimentações; Tudo o que recebo em cheque e algumas transferências são feitas nesta conta que movimento no dia a dia, a conta da Caixa é específica para pagamento do financiamento imobiliário e a conta do B.Brasil é uma conta poupança. Eu gostaria de ter tudo isso num mesmo lugar, mas não é possível, então tento administrar assim:
Pois é, eu estou vivendo este momento, porque desde que comecei a trabalhar por conta própria, fui combinando com cada paciente a melhor maneira de acertarmos os honorários. O resultado disso é uma grande confusão, muitas vezes difícil de administrar.
Sei que muita gente vive essa realidade e sei que é preciso muita disciplina para lidar com isso. Então, nos últimos meses tenho feito vários ajustes que me possibilitam uma melhor organização financeira:
Tenho 3 contas bancárias e por mais que isso me incomode, ainda não tenho como mudar isso. A conta do Bradesco era minha conta salário, onde faço a maior parte das minhas movimentações; Tudo o que recebo em cheque e algumas transferências são feitas nesta conta que movimento no dia a dia, a conta da Caixa é específica para pagamento do financiamento imobiliário e a conta do B.Brasil é uma conta poupança. Eu gostaria de ter tudo isso num mesmo lugar, mas não é possível, então tento administrar assim:
- Tenho 3 pacientes que tem conta no BB e como preciso manter uma certa rigidez para conseguir poupar, achei que essa seria uma maneira de me "obrigar" a manter os aportes na poupança. Até a um mês era apenas um depósito e deu super certo, então resolvi investir em mais dois depósitos e acho que será muito bom, já que uma das minhas metas é aumentar os aportes em poupança.
- O controle da conta da caixa deveria ser o mais fácil, já que tenho uma única conta que cai lá e um único depósito mensal, mas acaba me dando uma certa preocupação, já que sempre deixo isso para resolver por último e muitas vezes acabo pagando juros porque o dinheiro entra depois do débito do apartamento.
- Já na conta do Bradesco a coisa tem sido mais fácil desde que comecei a utilizar o aplicativo Guia Bolso. Maravilhoso! Ele puxa todas as transações desta conta e lança nas planilhas que já são pré organizadas. Ele divide as despesas por categorias, em dois grandes grupos: Gastos Essenciais e Estilo de Vida. É uma divisão bem bacana, que já vem com a maioria das categorias que todo mundo precisa ter, como: moradia, mercado, telefonia, lazer, cuidados pessoais etc. e ainda tem como incluir outras categorias que não estejam listadas. Tem ainda a categoria Renda, onde é possível dividir o que se tem de remuneração e outras rendas. Foi aí que tive minha "brilhante idéia"... Coloquei cada paciente como um item separado, assim, consigo visualizar ao final de cada mês, quem ainda me deve e quanto tive de entradas, no total. O guia bolso é excelente, porque além de fazer o controle financeiro, ainda te dá vários gráficos. Estou usando o aplicativo há quase um ano e recomendo porque tem me ajudado bastante. Além de puxar os dados do extrato bancário é possível alimentar as planilhas manualmente, com os dados que não aparecem no extrato, como por exemplo os gastos picados que a gente faz em dinheiro.
- Algo que ainda não consegui equacionar é a relação com dinheiro em espécie (ou dinheiro vivo, como dizem por aí). Ainda recebo em dinheiro de vários pacientes, alguns mensalmente, outros por sessão, então acabo ficando com o dinheiro na carteira e perco o controle dos gastos. Todo mundo sabe que dinheiro vai embora facinho, né? Aí fica difícil lembrar depois onde foi que gastei. Já depositei tudo, já coloquei em um envelope para ir marcando a cada gasto, enfim, já tentei várias formas de controle, mas nenhuma foi eficiente até então. Bom, continuo procurando a forma mais eficiente e em breve espero escrever um post com a estratégia que deu certo.
otimizando a limpeza da casa
Eu ainda não encontrei o melhor jeito de manter a casa limpa.
Fiz uma experiência de limpeza da casa, com tempo
cronometrado e cheguei à seguinte conclusão:
1.
Não consigo dar conta de cada cômodo em menos de
15 minutos;
2.
Preciso de um intervalo mínimo a cada 45
minutos;
3.
Fazer limpeza por cômodo, apesar de ser mais
animador, porque vejo o final a cada etapa, me faz perder mais tempo.
4.
Preciso manter uma rotina mais organizada, para
não me sobrecarregar tanto.
Conclusões que parecem óbvias, né? Mas nem tanto rs.
Tentei chegar do trabalho e dar “uma limpada” em toda a
casa, já que experimentei a limpeza por setor que todos falam e não me adaptei.
Percebi que não tenho energia para limpar muito rápido e, apesar do AP ser
pequenininho, a bagunça é bem grande e suja mesmo. Percebi também que limpar o chão de cada
cômodo separadamente me faz gastar mais tempo, então decidi limpar o chão todo
de uma vez, economizando tempo e produtos de limpeza (além de água).
Então fiz assim:
15´ - guardar tudo o que estava fora do lugar; Tirar toalhas do banheiro, tapetinhos, roupa
suja; Colocar roupa na máquina; Colocar a louça dentro da pia, guardar a louça
lavada e borrifar desingordurante no fogão; Colocar cadeiras e pufe sobre a
mesa;
15´- esfregar o banheiro e deixar de molho. Tirar o lixo do
banheiro e da cozinha;
15´- lavar a louça e limpar o fogão;
Intervalo de 5 minutos
15´- Lavar o banheiro (isso demora bem menos)
15´- Limpar o chão dos quartos, da sala e da cozinha
Intervalo de 5 minutos
15´- limpar os móveis do quarto do filhote, da sala e do meu
quarto.
15´- Arrumar as camas e sofás
Notem que isso não é AQUELA faxina, porque não inclui limpar
paredes, sofás, portas e janelas. Pensei nisso como uma atividade para ter a
casa em ordem e sem sujeira. Como resolvi manter a faxineira quinzenalmente,
vou deixar para ela o trabalho mais demorado como a limpeza de vidros e
janelas, a lavagem dos azulejos da cozinha e outras cositas que não dá mesmo
pra fazer quando a gente trabalha e quer aproveitar o tempo livre com a
família.
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