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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Check list de Fevereiro

- Fazer um curso na Coursera (plataforma americana, que tem uns cursos bem legais, sem custo).
- Planejar a compra de um novo notebook e celular. Ambos estão muito ruins e precisarei trocar em breve. O planejamento inclui fazer várias pesquisas de preços e orçar um possível conserto do notebook, para ver se vale a pena.
- Começar a obra de reforma do meu banheiro. Era meta para 2017, mas precisei adiar. Continuo precisando reformar, mas quero fazer tudo de acordo com meu orçamento e sou muito exigente em relação à qualidade dos materiais e ao trabalho do profissional que irá fazer. E como sabemos, o que é bom, custa caro.
- Organizar os documentos para o imposto de renda.
- Contatar um contador, para definir minha situação em relação ao consultório.
- Definir se voltarei a ter faxineira, pelo menos nessa fase mais alérgica.
- Fazer consultas de rotina, minhas e do filhote (já agendadas para este mês).
- Destralhar ainda mais a casa.
- Terminar de limpar os armários dos quartos.
- Estabelecer um plano financeiro, para a mudança de escola do filhote no próximo ano.

Avaliando meu mês de janeiro

No mês de janeiro minha meta foi planejar o tempo. Consegui pensar um pouco sobre o assunto, mas muito pouco consegui fazer para que meu dia seja mais produtivo. Tive alguns problemas domésticos como: minha máquina de lavar começou a vazar e com isso minha rotina de lavar roupa ficou prejudicada por cerca de duas semanas, até que eu conseguisse chamar o técnico. Tive que resolver problemas burocráticos referentes à minha carteira de habilitação, o que me tomou algum tempo. Tive muitas, mas muitas, crises alérgicas, o que tornou péssima minha qualidade do sono e por consequente minha disposição durante as manhãs e final da noite. Além disso, foi o mês de férias do filhote na escola e eu fiz algumas escolhas bem erradas em relação a isso, que vou explicar agora.
Durante o mês de janeiro a escola tem o projeto férias, que iniciou na segunda semana. As aulas mesmo iniciaram só no dia 29. Nos dois últimos anos eu resolvi que ele iria para a escola durante o projeto férias, o que foi bem tranquilo e ele aproveitou bastante com os amigos, já que eu sempre voltei a trabalhar já no dia 2 de janeiro. Mas sabe como é, uma preguicinha daqui, uma tia com pena de lá, uma mãe que não aguentou e cedeu. Então ele acabou voltando só no dia 23 e eu fiquei com minha rotina bem comprometida, já que fiquei com ele mais tempo durante as manhãs e deixei de fazer uma série de coisas minhas. É ok ficar com ele, eu amo meu filho e gosto de passar mais tempo junto, mas eu não consegui fazer academia por exemplo e isso influenciou muito na minha qualidade de sono, por exemplo. Eu prefiro ficar menos tempo com ele, desde que esse tempo tenha mais qualidade e eu esteja mais disposta. Bom, já refleti bastante sobre o que significa ceder a isso e já entendi que no próximo ano não devo mais cair nas armadilhas da culpa.
No trabalho as coisas demoraram um pouco a engrenar, muita gente voltou só na segunda ou terceira semanas, então foi um pouco mais leve, mas mesmo assim, trabalhei todos os dias.
Melhorei um pouco a rotina de casa, consegui focar mais na limpeza e organização, mas não consegui focar em cozinhar, que era uma das minhas metas para esse mês.
Minha organização financeira está indo bem, embora em janeiro tenha me tomado um tempo bem mais longo do que eu gostaria, cheguei a passar uma tarde inteira de sábado cuidando disso, quando meu desejo era aproveitar melhor o final de semana.
A divisão de tarefas com o pai do meu filho ficou um pouco mais tranquila, já que tivemos uma certa dificuldade em fazer uma divisão justa no final do ano. Nos últimos dois finais de semana ele ficou com o pai e eu pude cuidar um pouco mais da casa e descansar um pouquinho, além de assistir uns filminhos.
No mês de fevereiro quero planejar melhor os finais de semana, para que eu não fique apenas trabalhando ou exausta, jogada na cama.
É isso, aos poucos, as coisas vão se ajeitando.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Meta para janeiro: Planejar o tempo

Cuidar do tempo não é tarefa das mais fáceis. A gente vê um monte de textos sobre otimização, administração e planejamento do tempo. Mas o que funciona, de fato, para mim?
Desde que me tornei autônoma e tive um filho essa questão do tempo passou a ser cada vez mais importante. Eu sempre fui um pouco bagunceira e ao mesmo tempo bem organizada. Estranho isso? Eu explico, minha casa nunca foi um caos, nunca acumulei coisas, na medida do possível mantinha as coisas limpas (mesmo em períodos em que não tive faxineira), nunca tive aquelas pilhas de roupas emboladas em uma cadeira ou sapatos espalhados pela casa, mas ao mesmo tempo, sempre invejei chegar à casa de alguém sem avisar e encontrar as coisas todas arrumadinhas. Definitivamente, eu não consigo manter tudo guardadinho, tem sempre uma pilha de papéis no aparador, eu tiro coisas do lugar e tenho dificuldade em devolvê-las, minha pia nunca está completamente vazia e limpa. Enfim, é algo em que preciso melhorar e que não me incomodava até começar a ficar mais tempo em casa. O que mais me chama a atenção sobre mim mesma é que no trabalho eu sempre fui considerada "a senhora organização", porque sempre precisei ter o controle de todas as minhas coisas físicas, para que conseguisse trabalhar bem. Ter um arquivo organizado e atualizado, ter lugar para todas as coisas sempre foi muito importante para mim. Acho que isso influenciou muito na excelência do meu trabalho em outros tempos, em que tudo era papel e eu trabalhava com administração em saúde e seus milhares de processos, prontuários, documentos.
Então, como é que pode, uma pessoa ser tão organizada no trabalho e tão bagunceira em casa? A resposta é simples: sempre administrei bem meu tempo no trabalho. Dividia minha semana de modo que tinha um período para arquivar coisas, para encaminhar o que não teria que ficar comigo, para resolver assuntos em bloco (exemplo: precisava analisar processos de licença prêmio, então pegava todos de uma vez e resolvia de maneira mais focada no assunto).
Em casa nunca consegui implementar uma rotina que de fato funcionasse. Eu tinha um dia para limpar a casa, por exemplo, mas se acontecesse algum imprevisto (ter que trabalhar no final de semana, por exemplo), eu simplesmente abandonava a casa e as coisas acumulavam de tal forma que eu perdia completamente o controle da rotina.
Nos últimos anos, consegui implementar algumas rotinas que realmente tem dado mais certo, como ter dias para lavar roupa. Na segunda lavo roupas coloridas, que são a maior parte, na terça ou quarta lavo as brancas e no final da semana, os uniformes da escola. Tenho uma rotina diária de lavar a louça, guardar os sapatos e roupas do filhote, limpar o banheiro e arrumar as camas. Isso tudo me dá um grande alívio, mas eu ainda preciso organizar melhor meu tempo em casa, para conseguir ter tempo de curtir meu filhote e fazer as coisas de que gosto. Tenho a impressão de que nunca consigo olhar para um cômodo e vê-lo 100% em ordem, não no sentido de perfeição, por que isso simplesmente não existe, mas no sentido de ter ido até o fim. Às vezes limpo toda a sala, passo aspirador, pano, limpo o sofá e demais móveis. Aí não dá tempo de tirar todos os papéis do aparador, não guardo ou descarto coisas, não tiro os sapatos acumulados na entrada ou as bolsas e mochilas que não serão usadas no dia e estão enchendo o cabide que fica bem na porta de casa. Enfim, limpei mas parece tudo bagunçado do mesmo jeito, simplesmente porque não deu tempo de terminar e preciso sair para trabalhar ou para levar o filhote à escola. Quando volto para casa, super tarde, olho a casa e fico super desmotivada, porque parece que nada foi feito, ainda que esteja minimamente limpo, não deu tempo de organizar. Eu preciso desenvolver um sistema em que realmente eu tenha uma casa organizada. Preciso ter mais coerência com meu propósito de organização e isso depende muito de como vou planejar meu tempo.
A primeira coisa que tenho feito é avaliar quais são meus períodos fora do trabalho e como posso dividi-lo para que sobre tempo para ficar com meu filho e descansar. Então, para começar, vivo dizendo que preciso acordar mais cedo, mas eu preciso de 8h de sono, então, resolvi parar de me cobrar e simplesmente descansar de manhã. Parei de me cobrar, porque eu ficava me comparando com todo mundo que acorda cedo, mas a minha realidade é só minha e a maioria das pessoas que conheço trabalham em horário comercial, então não dá para comparar uma pessoa que termina o trabalho as 17 ou 18h (a maioria que conheço) comigo, que termino meus atendimentos por volta das 21h30. Tudo bem que eu trabalho menos horas, mas foi uma escolha e não tenho que me envergonhar de trabalhar cerca de 6 horas por dia. Na verdade eu sou uma grande sortuda por ter essa possibilidade. Pra começar, parei de me chicotear e passei a lidar com minha vida da melhor maneira. No entanto, o fato de trabalhar menos não tem feito com que "sobrem" horas e os motivos eu já localizei:
- Normalmente quem tem que entrar no trabalho cedo já acorda, se arruma, toma café e sai, sem enrolar muito. No máximo a pessoa assiste um noticiário ou faz alguma atividade física. Como eu acordo por volta das 8h e só vou trabalhar lá pelas 14 ou 15h, fica parecendo que estou com as manhas livres, ao passo que quem chega em casa as 18h, sabe que tem que já fazer as coisas para descansar depois. Então estou errando quando descanso quando deveria estar produzindo, principalmente por eu ser bem improdutiva nas primeiras duas horas depois que acordo, independente do horário. Primeiro ponto: preciso mudar a dinâmica das minhas manhãs, ainda que permaneçam mais lentas (é da minha natureza, fazer o que!). Já entendi que ficar de pijama até a hora de sair para levar o filhote para a escola é uma grande besteira. Preciso virar a chave! Acordar, tomar um banho rápido (rápido mesmo, só para acordar de fato), colocar uma roupa confortável e iniciar meu dia é algo que estou recomeçando a fazer e sinto que meu padrão muda muito, fico até mais estimulada. Eu comecei a pensar nisso quando vi que minhas manhãs estavam caóticas e quando eu começava a funcionar era uma correria enorme, porque já estava tudo meio atrasado. Daí lembrei de quando meu filho nasceu e como eu lidava com esse horário durante a licença maternidade. Vou confessar algo muito íntimo sobre a minha insegurança: eu tinha muito medo de que meu bebê passasse mal ou acontecesse algum acidente, então eu acordava, já tomava banho e colocava uma roupa menos esculhambada, para o caso de ter que sair correndo pro hospital. A partir daí eu estava pronta para "começar a trabalhar" e isso mudava minha cabeça de uma maneira muito legal. Eu ficava alerta e tinha mais condições de cuidar de tudo. Não sei porque deixei de fazer isso, embora reconheço que deixar de sentir tal insegurança tenha sido muito bom. Bem, agora retomei o hábito e ainda não posso avaliar, mas sei que está melhor do que antes.
- Como eu ficava no modo "estou de folga" acabava demorando muito vendo noticiário, depois navegando pela internet, para só depois iniciar meu trabalho. Isso foi péssimo, porque às 10h muitas vezes eu ainda não tinha resolvido nada e como meu filho acorda antes disso, eu tinha, no máximo cuidado do café da manhã dele e aí, as 11h30 eu já precisava estar na escola. O resultado foi que parei de insistir para descer pro play, porque entre 10 e 11h eu precisava cuidar das coisas da casa e ele passou a ficar um tempão na televisão. Ainda estou tentando mudar essa rotina, mesmo porque ele está de férias e acaba dormindo mais tarde e acordando bem mais tarde também. Então nos próximos dias preciso ir mudando a rotina devagar, até que estejamos numa sintonia ótima e saudável.

Se eu conseguir planejar melhor a rotina da manhã, otimizando meu tempo, consigo administrar melhor o restante do meu dia.
Fica mais ou menos assim:
8h- Acordar, tomar um banho rápido, fazer meu café da manhã e deixar o dele adiantado. Tomar café, assistir algum noticiário ou programa que queira.
8h50- Iniciar meu dia de trabalho. Olhar a agenda, responder mensagens urgentes (normalmente são de pacientes querendo mudar agendamento do próprio dia.
9h- Separar a roupa suja e colocar na máquina de acordo com o dia da semana. Recolher e dobrar a roupa do varal. Guardar a louça do escorredor, lavar a louça. Começar a acordar o filhote.
9h15- Dar o café da manhã dele e descer para o play.
10h- Subir, deixar que ele assista tv enquanto arrumo as camas, limpo o banheiro, limpo a sala e guardo o que estiver fora do lugar.
10h30- Dar banho e preparar para a escola.
10h50- Organizar a mochila. Me arrumar para ir à academia.
11h10- Sair para levá-lo à escola e ir à academia.
12h- Voltar para casa. Aproveitar que estou na rua e comprar/resolver algo que precise (mercado, farmácia ou caixa eletrônico.
12h30- Fazer meu almoço e almoçar. Não faço comida todos os dias, normalmente cozinho no início da semana e deixo adiantado para o restante.
13h30- Banho e me arrumar para sair.
14h- Sair para trabalhar. Isso varia um pouco, porque na segunda entro mais tarde, na terça entro 14h então tenho que acelerar um pouco, na quarta vou as 12h30, então almoço na rua e não consigo ir pra academia. A quinta é um dia meio instável, que ainda estou resolvendo, porque tenho supervisão e algumas vezes preciso atender mais cedo.
É esse meu planejamento para esse início de ano. Espero conseguir melhorar minha administração do tempo, de maneira que sobre um pouco mais de tempo para cuidar das coisas que me dão prazer.


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Tentando não me cobrar tanto

Todos os anos, nessa última semana, eu fazia uma faxina daquelas. Como eu tinha faxineira, marcava um dia em que eu pudesse estar em casa ou organizava tudo o que precisava antes dela vir fazer a faxina. Destralhava, limpava os cantinhos, melhorava a decoração, organizava os armários. Eu sempre começava o ano com as coisas bem organizadas.
Neste ano até que tentei, me cobrei, desesperei e até chorei porque as coisas se acumularam e eu fiquei com a sensação de ter perdido o controle da vida. Sem exagero, foi assim que me senti! Mas isso foi no meio de dezembro, depois fui entendendo que não ia rolar, as coisas estão diferentes por aqui e preciso lidar com isso de maneira mais madura. Em primeiro lugar porque estou super cansada, foi um ano difícil e intenso. Trabalhei até o dia 23 (sábado), ou seja, não tive folga antes do Natal. O segundo motivo foi que estou sem ninguém para me ajudar há algum tempo. Como já falei aqui, a pessoa que trabalhava comigo há anous adoeceu e precisou parar de fazer faxina. Depois de alguns meses fazendo tudo até tentei arrumar uma outra pessoa, mas não deu certo e acabei desistindo. Enfim, final de ano (corrido pra todo mundo!) mais niver do filhote+natal... Não deu! Não consegui dar conta e minha casa passou o Natal sujinha e desorganizada. Fui fazendo o que dava, mantendo as coisas razoavelmente arrumadas e limpando na rotina mesmo.
Nesta última semana tirei uns dias de folga mas em vez de ficar fazendo faxina, arrumando armários, eu decido sair bastante com meu filho e com minhas sobrinhas. Fomos fazer compras de coisas fofinhas na Papelaria Universitária, almoçamos numa Cantina que eu gosto, fomos à livraria, teve "oficina de criação" aqui em casa, fomos à Exposição do Castelo Ratimbum, almoçamos numa esfiharia que gostamos, fomos àquela TokStok grandona da zona oeste. Quer saber? Investi no que realmente importa, ficar com meu filho e descansar! Ontem dei uma limpadinha mais ou menos, hoje limpei mais um pouquinho, passei um pouco de roupa e limpei e organizei as gavetas. Tive um dia bom, sem muita neura e vou sim receber 2018 com as janelas sujas, com pó na estante e com a pia mais ou menos. Que bom que eu posso já mandar meu recado para o próximo ano bem no primeiro dia: Escuta, ano novo, por aqui, a gente prioriza viver!!!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Meu novo planner

Olha, essa moda de planner pegou mesmo por aqui!
Conheci o conceito do planner em 2015 e a partir de 2016 comecei a fazer o meu. Descobri recentemente que agora até tem modelos mais em conta como o da Tilibra e um fofinho da Imaginarium. Para quem não quer fazer ou não tem paciência/habilidade, pode ser uma boa comprar um assim, já que os mais conhecidos do mercado são muito caros (pesquisei no ano passado e custavam entre 250 e 420 reais, uma fortuna!). Bem, na época não tinha esse da Tilibra que custa menos de 50 contos, mas que apesar de bonitinho não atende bem às minhas necessidades, principalmente por causa da gramatura do papel,de 60 mg., muito fininho.
Mas se você assim como eu, gosta de organizar sua vida em um único endereço e tem disposição para fazer o seu, aqui vão algumas das minhas experiências, desventuras e aventuras no mundo do planner.
Primeiro acho que escolher um tamanho adequado pode ser bem interessante, já que é você quem vai carregá-lo para cima e para baixo. Se ele for um trambolho, vai acabar desistindo de levá-lo com você. O meu primeiro era tamanho A4, com espiral, o papel paraná que usei para a capa era bem leve e, apesar de ter revestido com tecido, no final do ano, os cantos estavam todos esfarelando. Não é boa ideia a capa, mas o tamanho foi ok. Neste ano acabei comprando uma pasta bonitona lá na Daiso. O bom da pasta é que dá para substituir as folhas ou acrescentar, mas achei muito grandona e pesada, em muitos lugares que eu gostaria de levar acabei desistindo. Eu pretendia usar mais em cafés e parques, mas acabei não fazendo, porque não dá para levar na bolsa. Para o próximo ano vou testar uma inovação: comprei na papelaria universitária, um caderno que eles próprios fabricam, meio que um bloco, com espiral bacana e um papel super bom. A capa é de um papel semelhante ao paraná, mas mais duro. Desmontei o caderno e imprimi. O maior trabalho foi mesmo desmontar, sem entortar muito o arame, mas foi de boa.
O bom da gente mesmo fazer é que dá para personalizar tudo.
O meu tem:

  • Folha de rosto escrito Meu Planner
  • Lista Meus projetos para 2018
  • Lista dividida: projetos de curto, médio e longo prazos
  • Check list de saúde meu e do filhote
  • Controle de menstruação
  • Controle financeiro mensal (planilha de orçamento)
  • Agenda mensal de rotina e compromissos
  • Controle de parcelamentos no cartão de crédito
  • Controle de entradas e saídas financeiras (ano todo)
  • Folha pautada para anotações gerais
O papel precisa ser de uma boa gramatura (90 ou 120). O meu sempre fiz com 120, fica bem bacana e é gostoso de escrever, desenhar, enfim, dá pra se divertir bem.
Não aconselho que tenha folhas demais. O ideal é que tenha umas 3 ou 4 folhas por mês (orçamento, agenda mensal, folha pautada e mais alguma que julgar interessante, como lista de mercado, por exemplo.

Ainda vou saber se funciona, mas investi nesse caderno que é menor do que o A4, quase quadrado. Achei um tamanho bom e não é difícil de carregar.
Sei que muita gente prefere fazer tudo isso digital e que tem até aplicativo para lidar com a maioria dessas coisas, mas escrever além de ser uma delícia, faz soltar a imaginação, dá para rabiscar um projeto, colocar lembretes, usar adesivos,post its coloridos, canetas coloridas. Enfim, dá para fazer da organização algo bem mais divertido.
Você não precisa gastar uma fortura. Eu gasto sempre, por volta de 40 reais, incluindo o tecido para encapar que o deixa super personalizado.
Eu adoro essa experiência de já começar a pensar no meu ano, quando estou aqui, montando meu querido planner!

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Comece lavando sua louça!

Nos meus períodos de caos, eu sempre notava que a pia era o lugar mais bagunçado e que me causava mais desânimo. Acredito que o motivo seja bem simples: quando a gente se desorganiza com a casa, a louça se acumula rapidamente, porque mesmo quem não cozinha muito, sempre suja alguma coisa e é uma bagunça que não dá para esconder. Além disso, a pia não costuma ser um lugar muito grande e a pilha de louça fica um horror!
Então, se eu fosse dar um conselho para quem está tentando iniciar seu processo de organização da casa, eu diria: Comece lavando sua louça!
Para ajudar quem não está muito familiarizado com essa tarefinha tão ingrata, vou dizer como é que eu faço para resolver essa tarefa bem rápido!
- Primeiro coloco uma caneca de água para esquentar (quem tem torneira quente, não precisa).
- Tiro todo o resto de comida das panelas e pratos.
- Coloco panelas e pratos dentro da pia, com detergente e água quente. Panelas vão uma dentro da outra.
- Talheres vão dentro da panela.
- Copos NUNCA vão dentro da pia, para não engordurar. Coloco um pouco de água com detergente em todos eles e deixo no canto da bancada (aliás, sempre que termino de usar um copo, já coloco água, isso ajuda muito, porque não gruda nada no fundo e você não precisa ficar esfregando para sair crosta de açucar, por exemplo).
Feito isso, que não dura mais que 2 minutos, limpo a bancada e guardo a louça do escorredor.
Volto lavando tudo muito rapidamente, começando pelos copos. Quando chego às panelas, a água quente, mais a água que foi caindo da lavagem dos demais itens, já fez boa parte do trabalho, só dar uma esfregadinha e pronto!
Sei que pode parecer bobeira ensinar a lavar louça, mas eu conheço muita gente que não sabe e perde um tempão esfregando fundo de panela que ficou com resíduos secando durante horas ou tentando tirar a gordura da fritura espalhada pelos copos. E ficar um tempão lavando louça, ninguém merece, né?

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Minha bagunça particular

Esta manhã, pouco antes de acordar, tive um sonho bem interessante. Sonhei que estava procurando meus documentos pessoais e que minha casa estava tão bagunçada que não conseguia encontrá-los. Eu tinha uma caixa de papelão gigante com milhares de coisas para organizar e não sabia sequer se meus documentos estavam nela.
O problema desse sonho é que ele contém verdades incontestáveis (kkk), ainda que no sonho as coisas estivessem um pouco aumentadas. Eu realmente tenho uma caixa de papelão com um monte de coisas para arrumar, mas não tenho encontrado ânimo para isso. Não é uma caixa gigante, nem tem milhares de coisas, mas que ela existe, ah existe!
Outro fato, não sei mesmo onde estão meus documentos, se na gaveta do criado mudo, numa pasta no consultório ou em outro lugar que não sei ao certo. Se eu precisar do meu RG hoje, vou demorar, pelo menos uma hora para encontrá-lo.
É, os papéis são meu grande calcanhar de Aquiles.
Tenho tentado manter as coisas mais em ordem, a casa não está um primor de arrumação, mas está limpa e com a maioria das coisas organizadas. Ainda assim, preciso melhorar e muito!
Organização é um processo contínuo e difícil de manter, a não ser para quem nasceu com a dádiva de ser alguém mega organizado, em que isso seja algo muito natural. Para mim, confesso, sempre é algo que preciso exercitar e vigiar, para não me perder.
Eu sei que grande parte do meu problema é administrar mal meu tempo. Trabalho nisso há anos, mas ainda assim, as coisas escapam com frequência.
O meu sonho foi um lembrete do meu inconsciente. Preciso me organizar melhorar!!!!
Mas, pensando agora neste meu sonho, vejo que está para além de uma organização das coisas físicas... Eu explico:No sonho eu não conseguia encontrar meus documentos de identidade, em algum momento deitei na cama de uma outra pessoa, onde estava um bebê e foi aí que acordei. Não lembro algumas passagens do sonho, mas ao acordar percebi que a outra pessoa era eu mesma e o bebê era o meu filho, que dormia na minha cama.
Preciso reencontrar a minha identidade, me sinto perdida em meio a tantas obrigações, compromissos e tarefas que, muitas vezes, até esqueço da pessoa que sou.
Sei que uma parte da desorganização se deve mesmo à falta de organização do meu tempo, porque não dá pra usar o argumento "não tenho tempo", porque ninguém tem. Mas tem uma parte de tudo isso que diz respeito a outras questões da minha vida e aí vão elas:
- Morei sozinha durante bastante tempo e quando meu filho nasceu eu esperava contar com a presença do pai no dia a dia, com a ajuda nos cuidados e tudo aquilo que envolve uma organização de família, só que isso não aconteceu como planejado, cuidei de tudo sozinha desde o início, tive alguns momentos em que ele ficou mais perto, mas isso não é algo constante, por vários motivos que dizem respeito a nossa relação e principalmente à separação. Hoje, sou responsável por um menininho de quase 5 anos, todo o tempo. O pai é presente na vida dele, mas daquele jeito que tantas mães separadas sabem e vivem (pai que liga todo dia pra saber se foi tudo bem na escola, mesmo não sabendo que a mãe se descabelou na noite anterior, para organizar tudo, do uniforme à lição de casa; pai que pega a criança nos fins de semana a cada 15 dias- se der e não tiver um trabalho mega importante pra fazer; pai que tira uns dias de férias do nada, te avisa no dia, que precisa "parar tudo" e viaja, no final de semana que seria dele; pai que se acha o máximo por ficar com a criança sozinho no final de semana, mesmo quando isso signifique pegar no sábado a tarde e devolver no domingo antes das 18h, porque afinal ele precisa descansar para iniciar bem sua semana de trabalho). Pronto, desabafei!
- Até um ano atrás eu contava com a ajuda do pai no dia a dia, pelo menos para ir buscá-lo a noite na casa da avó e ficar com ele, por menos de 2 horas, até que eu chegasse do trabalho. Naquele tempo, eu podia comer alguma coisa e tomar um banho tranquila, antes de colocá-lo para dormir. Depois que ele se mudou de cidade, para ficar mais próximo do trabalho, eu perdi essa ajuda e tenho que me desdobrar para ir buscar meu filho depois do trabalho (por volta das 22h), chegando em casa cansada, com fome e tendo que cuidar ainda de uma criança que precisa dormir um pouco menos tarde. Muitas vezes durmo enquanto estou colocando ele para dormir e acordo de madrugada, sem sequer escovar os dentes.
- Fora essas questões familiares tem o fato de ter me tornado autônoma, quando ele tinha menos de 1 aninho, o que foi bom, porque reduzi o número de horas trabalhadas, mas me reorganizar para essa nova fase, com tudo acontecendo ao mesmo tempo, foi realmente uma tarefa difícil e sinto que ainda não me adaptei completamente. Por mais que seja ruim, uma rotina de empregada, com horário fixo é algo bem organizador também. A gente foi criada para esse tipo de rotina e quando a coisa muda, fica tudo meio confuso. Embora eu goste desse estilo de vida, ainda tenho dificuldade de me adaptar, dificuldade de entender que quando estou em casa, não estou de folga. Ainda preciso evoluir nisso.
- Uma outra coisa que me desorganiza é o fato de não ter alguém cuidando da casa e ter que dar conta disso sozinha. É certo que tenho mais tempo, mas como ficamos mais tempo em casa, o serviço doméstico aumenta muito, há sempre mais coisas para limpar, mais louça para lavar, mais bagunça para arrumar. Essa é uma equação que ainda preciso e não sei como resolver. Se chamo uma faxineira, fico mal por ter que pagar por algo que eu potencialmente poderia fazer, mas se não chamo, as coisas se acumulam. Acabo me estressando e muitas vezes desconto minha frustração no meu filho (tadinho), afinal sou humana e é difícil lidar com um rastro de farelos, minutos depois de ter limpado toda a sala. Sei que ele não tem culpa, eu é que preciso relaxar!
Essa é a minha realidade e preciso lidar com ela. Preciso acreditar que posso me encontrar no meio dessa bagunça que é viver.

domingo, 3 de setembro de 2017

17 semanas para o Natal... minha listinha de 17 coisas para fazer até lá

Hoje eu estava com um pouco de saudades de mim, então resolvi revisitar meus primeiros posts, lá em 2011, quando minha vontade e necessidade de organizar minha vida, finalmente tomaram forma. Relembrei grandes mudanças... a depressão e o caos que isso trouxe, o momento em que tomei as rédeas da vida novamente, os passos que estabeleci, a mudança na carreira, o nascimento do meu filhote, a separação. Foram anos de extrema revolução interna e externa.
A grande constatação é de que eu sobrevivo! A grande certeza é de que quero calmaria de agora em diante.
Mas falando das experiências de organização que foram bem legais, teve uma lista que fiz (em 2012 acho) em meados de agosto, em que estabeleci 1 coisa por semana para fazer até o natal, então como hoje faltam 17 semanas, vou fazer de novo e tentar cumpri-la, como da outra vez. No ano que vem, quero voltar a fazer o calendário 52 semanas que fiz nos dois últimos anos, que foram bem legais porque mesmo que eu não conseguisse fazer tudo, o que conseguisse já era bem positivo.
Eu estou me sentindo motivada a fazer novamente, então vamos lá:

17 semanas para o natal:

  1.  Fazer uma faxina no meu guarda roupa 
  2.  Comprar flores
  3. Replantar minha hortinha de temperos
  4. Comprar um livro bem gostoso
  5. Fazer um dia detox
  6. Sair para almoçar com uma amiga
  7.  Fazer pão
  8. Fazer um pic nic no parque
  9. fazer uma mega hidratação na pele
  10. ir a uma exposição ou teatro
  11. Fazer um programa com minhas sobrinhas
  12. programar um encontro com as amigas
  13. Ir à praia
  14. fazer algum projetinho para a casa
  15. Decorar para o natal
  16. programar uma semana de férias
  17. Montar meu planner para o próximo ano.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Um dia mais organizado

Hoje eu estou me sentindo muito guerreira! (rs).
Depois do meu desabafo de ontem, que na verdade só terminou na primeira hora de hoje, demorei um tempão ainda para dormir, organizei meu dia, da melhor maneira que consegui e fiquei meio elétrica, até dormir por volta da 1h. Hoje não consegui acordar o horário que havia me comprometido, mas consegui levantar às 8h30 e foi o suficiente.
1ª Hora do dia: Cuidei de mim, preparei e tomei um bom café da manhã, vi as notícias. Cuidei do filhote e desci para tomar sol com ele. Coloquei roupa na máquina e dei uma ajeitada na cozinha.
2ª Hora: Arrumei as coisas da escola, dei banho nele, coloquei minha roupa da academia e segui para a escola.
3ª e 4ª horas: Fui pra academia, fiz avaliação com a instrutora e troquei de treino. Fiz boa parte do novo treino e saí de lá exausta. Fui pra casa, respondi uma mensagem de paciente, fiz meu almoço, já adiantando bastante coisa para a semana toda (salada e carne). Isso demorou um pouco, então fiquei sem tempo para limpar muita coisa. Mesmo assim guardei a louça limpa e lavei toda a do almoço.
5ª hora: Almocei calmamente e assisti ao noticiário. Passei aspirador na sala e no meu quarto (não consegui no final de semana!).Tomei banho e depois dei uma ajeitada nas minhas unhas dos pés.
Por fim, descansei um pouco vendo TV e saí para trabalhar por volta das 16h30.
Apesar de ter ido trabalhar bem mais tarde (porque uma paciente desmarcou), vou ficar aqui até 21h. Ainda cheguei mais cedo e organizei minha agenda da semana.
Aproveitei a última hora para atualizar minha planilha financeira.
Está sendo um dia produtivo, ainda que vá trabalhar pouco, dei conta de um montão de coisas que me auxiliarão na rotina puxada dos outros dias da semana.

Estou bem contente com o resultado e com meu foco!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Sobrevivendo ao caos

Depois de uma semana caótica, me vejo aqui sentada, com uma necessidade imensa de parar tudo e mudar o rumo das coisas. Sei que parar tudo ainda não é possível, porque os compromissos e as responsabilidades estão aí batendo na porta e eu não posso deixar de cumpri-los. Mas eu queria sim, parar tudo e ir para a praia amanhã, em plena segunda feira. Estou exausta!
Venho me sentindo mais cansada do que o normal há bastante tempo. Já fiz vários exames e nada foi encontrado que justificasse todo esse cansaço. Nos últimos meses tenho dormido mal, acordo sobressaltada no meio da noite, como se fosse uma crise ansiosa, de pânico mesmo e muitas vezes demoro muito para dormir. Acabo de descobrir que esse é um dos sintomas do climatério e vou ter que aprender a lidar com isso. Enfim, é a vida!!! (KKK).
Fora isso, como eu disse, tive uma semana caótica; comecei com uma crise de rinite e na terça comecei a ficar gripada (uma gripe estranha, não muito clara), ainda trabalhei na terça, mas na quarta, depois de quase não dormir eu estava exausta, com dores no corpo, nariz que não havia o que fazer para desentupir, enfim, gripada mesmo. Cuidei do filhote de manhã e com o restinho das forças ainda fui na academia para ver se conseguia melhorar, mas não deu, acabei desmarcando minha agenda, voltando para casa, fazendo uma refeição o mais saudável que consegui, depois tomei um antialérgico e dormi por 4 horas seguidas. Acordei até achando que eu estava em outro planeta. Acho que há anos eu não durmo uma tarde inteira. Pois é, dormi das 14h30 as 18h30, um acontecimento!
Na quinta fui a uma consulta com minha ginecologista para bater um papo com meus hormônios e ver se nos entendemos, mas saí de lá com uma lista de exames de dar medo hehehe. Acabei não trabalhando de novo e consegui dar uma ajeitada em umas coisas da casa, muito sem energia, mas depois de 3 dias faltando água em alguns períodos do dia por conta de uma manutenção aqui no prédio, não tinha jeito, ou fazia algumas coisas ou ficava tudo ainda pior. Na sexta tive que fazer a renovação da minha habilitação e depois tomei um chá de banco de duas horas na Caixa Econômica Federal para resolver uma cobrança que por fim, não era nada. No final da tarde, num raro momento de descontração, fui tomar um chopp com minha irmã, ambas gripadas e estressadas, o que foi muito bom, porque estávamos precisando de algo para desestressar. No sábado fui trabalhar umas horinhas, depois fiz mercado e dei uma limpada na casa (bem mais ou menos, porque ainda estou bem lentinha).
O fato é que hoje não fiz quase nada e vou começar minha semana mais bagunçada do que de costume, já que não organizei os uniformes do filhote, não passei a roupa para a semana e não cuidei das minhas finanças. Sei que terei uma semana mais apertada, porque preciso dar conta de tudo o que não consegui, mas já comecei a me esforçar para entrar nos eixos. 
Percebo que quando estou mais cansada e principalmente doente, minha alimentação fica bastante desorganizada, já que não tenho muita energia para fazer comida direito. Então a primeira providência foi abastecer a geladeira; comprei muita salada e fruta para esta semana e também investi nas proteínas. A melhor coisa desta semana é que, mesmo não estando bem, fui na academia todos os dias, embora isso não esteja sendo suficiente para que eu perca peso. Desde dezembro quando comecei a academia eu perdi apenas 1 kg, mas na semana passada voltei a engordar. Essa é uma coisa que tem me preocupado bastante, porque engordei muito no segundo semestre e não estou conseguindo perder. Aliás, isso talvez seja também um dos sintomas do climatério (valeu, natureza!).
Bem, fora tudo isso ainda tem minha culpa por não estar cuidando muito bem do meu filho. Ando bem sem paciência e cansada até para brincar. Tadinho, sei que ele não tem culpa, mas é mais forte que eu, simplesmente não consigo e tenho tentado me respeitar nisso; nem nosso sol da manhã foi possível nesta semana, mas na próxima será melhor, assim eu espero!

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Tentando retomar uma rotina simples e feliz

Estou na praia... Depois de meses de trabalho exaustivo, sem descanso, conseguimos tirar uns dias pra descansar e curtir com meu filho e o pai dele. Tem sido dias bons, sem preocupações com horários, rotinas, contas ou compromissos. Confesso que eu estava precisando muito dessa paradinha. Desde que comecei a trabalhar como autônoma tenho tido poucos períodos como esse. E parar tudo é tão necessário!!!
Parei de escrever no blog por um tempo porque meu computador quebrou e eu não consigo muito digitar no smartphone. Embora isso me faça falta, tenho conseguido escrever um pouco e armazenado para quando conseguir postar.
Tenho sentido uma vontade enorme de dar uma outra reviravolta na minha rotina, mas por enquanto são apenas pensamentos que ainda precisam ser processados.
O bom de tudo isso é que estou bem e querendo investir em novos prazeres (ou talvez reinvestir naquilo que sempre me deu prazer). Me sinto inquieta e com um grande desejo de investir ainda mais em coisas simples.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dando uma geral na casa em 45 minutos

Adotei nos últimos tempos uma nova estratégia para manter a casa mais organizada. Isso e claro, não inclui uma faxina, mas é suficiente para que a gente consiga sobreviver durante a semana, sem perder o controle da bagunça.
Sempre coloco o timer do celular e uma playlist bem animada.
Divido o tempo em 3 espaços de 15'

  • Primeiro coloco a louça dentro da pia, com detergente e água quente, guardo a louça lavada e lavo a louça. Recolho todas as roupas espalhadas, penduro os casacos, guardo os sapatos e coloco a roupa suja na máquina. Recolho roupa do varal, dobro e guardo (toalhas, pijamas e roupas de malha já são guardadas no armário), as que precisam ser passadas, vão para o cesto.
  • Limpo o banheiro, troco o tapete e tiro o lixo.
  • Varro a cozinha e passo pano. Varro e arrumo a sala. Arrumo as camas.
Bem, isso é bem corrido, mas é suficiente para que a casa fique em ordem no decorrer da semana.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Cansaço e desorganização

 Tenho me sentido muito cansada e avalio que é um cansaço para além daquele cansaço do dia a dia, do trabalho ou de uma noite mal dormida. Quando olho ao meu redor vejo que está tudo um tanto caótico. Acredito que não é um caos de desorganização, não é que eu tenha perdido o controle das coisas, mas é que as coisas não estão do jeito que eu gostaria.
Nos últimos 20 dias tive uma tosse alérgica, que evoluiu para um refluxo. Sofri dias e noites tossindo sem parar, perdi horas preciosas de sono e dias de trabalho. Passei um feriado ruim, porque estava exausta.
Mas o que isso tem a ver com organização?
Percebo que tem a ver com uma certa desorganização da minha rotina. Por exemplo, os cuidados com a casa, em dias tão secos como tem sido, precisariam ter sido priorizados e eu não consegui. Sofri muito com a poeira da rua, que invade nossas casas em dias mais secos e não consegui me organizar para limpar melhor e a medida que fui piorando, o desânimo em fazer foi também aumentando.
Cuidei menos da alimentação e isso diminuiu minha imunidade e me fez adoecer ainda mais.
Esta semana comecei a melhorar da tosse, que já durava quase 20 dias! Agora estou priorizando cuidar da casa e da minha alimentação. Estou tentando não me preocupar com muitas coisas além disso, porque estou exausta e sei que não daria conta.
Ontem li uma frase que fez todo sentido para mim: "foco é muitas vezes uma questão de decidir o que você não vai fazer". É isso aí, vou focar no que é prioridade e só.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Como eu estou lidando com os momentos de ansiedade

De todas as coisas difíceis que vivo internamente, uma que certamente me causa grandes prejuízos é a ansiedade. Sou um pouco ansiosa por natureza e até aí tudo bem, já sei como lidar com isso no dia a dia, mas existem alguns episódios que me tiram do eixo, fico mega ansiosa, por vários dias, já sei que na TPM isso fica pior (e sei que é esse o caso hoje). Mas, o que tem me causado mais ansiedade nos últimos dias são as questões relacionadas ao trabalho e as finanças. As coisas ficaram bem difíceis neste início de ano, uma época em que costuma mesmo ser mais fraca, mas num momento de crise isso se torna muito maior. Ontem fiquei muito tensa depois de fazer algumas análises das minhas finanças. Acho que depois de ter passado alguns dias difíceis (meu filho teve virose na quinta e eu na sexta), o que acabou com toda minha programação para o final de semana e o feriado (nesta segunda), o retorno às atividades ontem acabou sendo mais cansativo do que de costume. Aí, com a constatação de que as coisas estão mesmo difíceis financeiramente, sinto que não dei conta direito de todo o estresse. Enfim, fiquei mal, algo entre ansiosa e deprimida, mas já já passa!!!
Hoje vim trabalhar e não teria os 2 primeiros atendimentos, mesmo assim, achei melhor não ficar em casa, para que não cedesse ao desânimo. Chequei aqui, pouco antes do meio dia e fui tomada por uma ansiedade brutal. Parece que quando a gente tem tempo, a sensação de que não vai dar conta de fazer tudo aumenta ainda mais, credo!
Começou assim...
Minha cabeça começou a fervilhar, pensando em tudo o que precisava resolver, organizar, anotar...
Confesso que fiquei, por alguns minutos, paralisada.  Comecei a querer correr pra fazer tudo, todas as ligações, todos os controles e ainda ficava um pensamento intruso horroroso, do tipo "não vai dar".
Aí, disse para mim mesma: PÁRA TUDO! RESPIRA! DESACELERA!
Parei, separei o caderno, o note, as canetas e o celular. Levei tudo e mais um copo de água gelada para o consultório, fui calmamente ao banheiro.
Voltei, respirei fundo por alguns segundos, coloquei o computador pra carregar, coloquei uma música no spotfy, tomei água e comecei pelo que mais faz sentido... listei tudo, absolutamente tudo o que eu precisava fazer. Pode parecer bobeira, mas gastei cerca de 10 minutos para começar a executar as coisas de fato. Foram 10 minutos de um contato íntimo comigo mesma. Consegui desacelerar, sentir a dor que percorria minha coluna, sentir a água gelada hidratando meu corpo e enfim, os pensamentos enlouquecidos saindo da cabeça e indo, um a um, se materializarem no papel.
Por fim, gastei cerca de uma hora para fazer as ligações que precisava, agendar as coisas e visualizar o que precisará ser feito ao longo do dia, nos outros intervalos de atendimento.
Nos últimos 40 minutos, esquentei meu almoço, escrevi este post e lavei a louça, ouvindo música.
Enquanto finalizo o post para voltar ao trabalho, percebo o quanto estou bem mais tranquila.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Levando uma vida mais "slow"

Como já contei, desde o último trimestre do ano passado estou tentando desacelerar. Coisa difícil,viu! Principalmente para alguém que gosta de fazer tudo rápido, está sempre de olho no relógio, ansiosa por natureza e que odeia ter a sensação de não dar conta da rotina.
Mas é aí que está o desafio, afinal se eu já fosse "slow" não teria necessidade de mudar, né?
Estou tentando mudar porque percebi que nos últimos anos fui sendo engolida pela rotina, passei mais tempo cuidando da casa, do trabalho e das finanças do que gostaria. Reservei pouco tempo para o lazer, investi pouco em qualidade de vida e me estressei muito com as bagunças do meu filho.
Neste ano minhas maiores prioridades são o lazer, a diversão e uma vida mais saudável, em todos os sentidos.
A questão financeira tem me preocupado muito, mas mesmo assim vou reservar um pouco para viajar e pretendo pesquisar mais programas culturais gratuitos. Morar em São Paulo tem a vantagem da oferta de programas para todos os bolsos e gostos!
Estou com um projeto bem ambicioso que envolve lazer, mas que envolve também um maior investimento financeiro, mas isso ainda está sendo estudado e dependerá de como a economia ficará neste primeiro semestre, mas acho que vem coisa boa por aí!
Estou mais calma, fazendo as coisas mais devagar, assistindo menos tv, usando muito menos as redes sociais e a grande conquista é... vou fazer yoga (uhuuu!).
Continuo ouvindo bastante música e meu filho também está gostando (apesar de que agora ele descobriu o you tube e isso não está fácil!kkk).
É isso, vou cuidando das minhas coisas e também de nós dois. Quero encontrar em 2016 mais coisas que me tragam alegria e menos que me tragam angústia!

meu projeto de otimização do tempo- parte 3

Continuo com meu projeto de otimização do tempo.
Os avanços nem são tantos, mas já estão fazendo grande diferença!
Em dezembro fiz uma lista aqui no blog de todas as coisas que eu precisaria melhorar e, ainda naquele mês fiz várias coisas: destralhei meu armário, doei alguns móveis que já não eram úteis (uma cômoda que ficava no quartinho/banheirinho, o cadeirão do meu filho e uma antiga cadeira de escritório que tinha um design interessante, que eu gostava bastante, mas que precisava sair por não ter mais espaço pra ela). Só isso já deixou a casa mais leve e mais rápida de limpar!
Em relação às compras de supermercado, as coisas estão assim:
Meta para o ano: fazer compras grandes a cada dois meses e só ir ao mercado semanalmente para compra de perecíveis (queijo, yogurte, carne) e tentar fazer feira,  o que aliás é meu maior desafio! Primeiro porque não curto o clima de feira, depois porque a feira melhor é aos domingos, meu único dia sem rotina e eu não queria perder essa preguicinha de manhã, que tanto adoro. A outra feira é a noturna, na quinta. Até tenho ido algumas vezes, mas não é tão boa e tem pouca variedade. #a polêmica da feira continua! kkk. De qualquer maneira, estou pensando em uma alternativa (sacolão talvez?) que seja mais barata do que o supermercado. Neste mês fiz uma compra maior de produtos não perecíveis (arroz, feijão, enlatados etc). Com isso, em fevereiro precisarei comprar pouquíssimas coisas e economizarei bastante tempo.
As questões financeiras ainda estão bem complicadas, mas estou trabalhando nelas! Depois conto!!!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Minha rotina de organização da casa em 2016

Comecei o ano bem cansada, um tanto angustiada com a crise financeira, mas ainda assim muito otimista em relação aos meus projetos pessoais, principalmente confiando muito na nova etapa de organização que está se iniciando. Tudo bem que a gente se empolga a cada início de ano e promete que este ano vai ser tudo diferente. Ok que isso tem haver com uma insana necessidade de acreditar que um ano novinho nos traga tudo de novo, mas a questão aqui é que venho implementando algumas mudanças bem legais na minha vida e isso está fazendo muito sentido, não porque é ano novo mas porque estou mais cuidadosa para não me perder e porque tenho tentado organizar as coisas de maneira mais leve e efetiva.
No mês de dezembro, por exemplo, instituí o desafio de tirar uma peça por dia do meu guarda roupa (na verdade 07 peças a cada final de semana). Como já contei, coloquei uma caixa no quarto e a cada final de semana ia colocando tudo o que seria descartado.
O resultado foi muito positivo. Consegui ao longo do mês me desapegar de 51 itens- um sucesso!!! hahaha.
Em janeiro a luta continua... A mesma caixa será enchida a cada semana com 07 itens. Por enquanto está tudo dando super certo. Recomendo, viu!
Hoje foi a segunda quinta feira do ano. Aproveitei a vinda da faxineira e dei uma super geral no armário do meu quarto. Foi como tomar banho de sal grosso no ano novo! Foi um alívio deixar tudo limpinho e arrumado.
Fiz um roteiro (mental) de organização do armário que deu super certo. Como não tenho muita disposição para esse serviço, aproveitei a vinda da faxineira e fiquei o dia inteiro em casa fazendo tudo junto, com isso, consegui concluir várias tarefas de uma vez.
Tirei todos meus sapatos para limpar. Tenho um problema em relação a isso: odeio limpar sapato, vou procrastinando e a sujeira se instala! Agora tirei tudo e vou fazendo à medida que consigo. Vou deixar na lavanderia, porque se devolvo no armário, não terá adiantado nada minha faxina.
Quanto às roupas, coloquei tudo sobre a cama e depois da limpeza arrumei tudo no armário, separando por tipo. Sei que isso não dura muito na rotina, mas pelo menos deixei bem dividido o armário de inverno do de verão. Esse negócio de guardar no maleiro as roupas da outra estação não rola, porque além de não ser nada prático amassar as roupas que estão passadinhas nos cabides, ainda tem o fato de viver num país tropical e em SP, onde faz 35 graus no início da tarde e 20 graus à noite. Então, setorizar dentro do armário já ajuda muito.
Resolvi fazer também algo que já comecei antes, mas sempre acabei desistindo: um inventário do meu guarda roupa. Aproveitei que montei meu planner e já imprimi o inventário, com todos os itens. Aí foi só fazer a contagem. Com isso, fica claro o que tenho em boa quantidade e o que preciso comprar (ex. tenho 12 vestidos de verão, o que está super bom, mas não tenho calça social- na verdade tenho uma apenas). Percebi que tenho poucas batas, coisa que adoro! Preciso de jeans novo, mas isso vou esperar emagrecer um pouco, para comprar o número certo.
O inventário é uma experiência legal, mas ainda não terminei, falta atacar as gavetas.
Outra coisa que fiz, foi começar a desocupar meu banheiro, que acabou virando um quarto de bagunça (era pra ser um closet!). Bem, ter um quartinho onde se pode "esconder" a bagunça definitivamente não funciona. A idéia quando desativei o banheiro era ter mais espaço para guardar as coisas. Eu ainda não tinha filho e um banheiro era mais que suficiente. A vida muda e a gente sempre precisa se adaptar. Agora somos só eu e ele, então a configuração da casa foi repensada. Vou ter um banheiro só pra mim de novo!!!
Meu dia ontem foi super cansativo, porque trabalhei até três da tarde sem parar, mas foi muito gratificante. Cheguei em casa à noite e estava tudo uma delícia de tão organizado.
Ainda tenho que organizar meu material de artesanato, preciso comprar mais caixas plásticas bonitinhas porque boa parte do material ficará na sala agora, então tem que ter boa aparência, né?
É isso, organizar é possível quando se está disposto a investir tempo e energia naquilo que consideramos importante.
Eu estou me organizando para ter mais tempo para o que realmente importa. Hoje por exemplo, estou ainda de folga e apesar de já ser meio dia, estou escrevendo este post sem pressa, enquanto vejo tv e o filhote brinca ao meu redor. A tarde iremos passear!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Meus primeiros dias de 2016... bagunça saudável

Feliz ano novo!!!
Comecei esse ano da maneira mais desorganizada do mundo kkk. Acho que o ano vai ser bom!
Parece maluco? E é! Na verdade eu fiz dezenas de projetos de organização para este ano, porém no final do ano deixei a coisa mais solta. Embora eu tenha me programado para fazer algumas coisas que acabei não fazendo (por puro cansaço), não fiquei muito frustrada, porque acabei fazendo uma única coisa que fez toda diferença... eu dormi e fiquei de pernas pro ar!
A novidade do meu final de ano é que não fiquei naquela neura de arrumar tudo para começar o ano organizada. Limpei a casa, cuidei da roupa, a faxineira veio dia 30, fiz compras para meu jantar de ano novo e só. Fiz tudo aquilo que seria minha rotina normal, afinal é isso que é, né? Cuidei do meu filhote, tive uns momentos legais sozinha também, porque ele, finalmente aceitou dormir de vez em quando na casa da vó (foram 3 dias- ufa!). Trabalhei até dia 22, curti a preguiça do natal, nos dias pós fiquei em casa, saí com minhas sobrinhas e com meu filho. Não fiz os programas que queria fazer com ele, porque o tempo ficou ruim vários dias e a programação cultural neste período estava péssima. Ainda assim, ficar em casa, assistir desenho. descansar, foi muito bom.
O único estresse foi no domingo, acho que fiquei meio mal porque já voltaria a trabalhar na segunda e ainda não tinha descansado o suficiente. Alem disso, estava frio e por preguiça acabamos não saindo, no final da tarde deu bode! Ele ficou de mal humor, porque pra criança ficar dentro de casa é chato mesmo. Eu acabei me estressando porque precisava fazer algumas coisas... ir ao mercado e ao banco, por exemplo. Daí a casa acabou ficando bastante bagunçada e eu com aquela sensação de que a semana começaria toda errada. Pra piorar, dei uma bagunçada nos meus horários e nas duas noites do final de semana acabei dormindo muuuito tarde e acordando também tarde. Resultado: As duas horas da manhã de segunda eu me torturava tentando dormir, porque na segunda a rotina voltaria ao normal... fiquei com a sensação de que fiz tudo errado. Tudo o que mesmo? Fiz errado em me desligar da rotina na única semana de descanso que tive? Por que curti minhas madrugadas lendo besteira e fazendo meu planner para 2016? Por que dormi até as 11h (vejam: 11h- um deleite!) no sábado?
Porém, para minha surpresa, a segunda começou super tranquila... Resolvi ainda de madrugada, que não enlouqueceria... não faria almoço, porque filhote ainda está de férias e iria a tarde para casa da vovó (então, por que não almoçar lá?). não forçaria meu filho a acordar mais cedo e não estaria nem aí para a casa.
Resultado... filhote acordou mais ou menos as 10h30, ficou de boa vendo desenho, eu cuidei da roupa que precisava ser lavada, cuidei dele e por fim saí de casa pouco antes das 13h, com tudo o que precisava ser feito, devidamente resolvido. E ainda deu tempo de tirar as roupas da minha caixa de doação (lembra do projeto de uma peça por dia?) e coloquei nos sacos para levar para o carro e, melhor ainda, separei as peças do desafio deste mês!
Olha que legal, nem sempre precisamos ficar enlouquecidas porque não fizemos tudo o que deveríamos ter feito... a vida sempre se ajeita.
Me organizar hoje é isso... ter foco naquilo que importa, deixar as coisas em ordem na medida do possível, para que possamos ter essa "folga" quando preciso.
É saudável poder bagunçar as coisas de vez em quando.
2016 promete!!!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Otimizando meu tempo, parte 2

Como já contei antes, essa série diz respeito a melhorar minha produtividade no dia a dia.
O item de hoje é:

  • Organizar minha rotina bancária.
Percebi há algum tempo que cometo um erro grave de gestão financeira, misturo as contas de pessoa jurídica e física. Embora eu não precise dessa separação do ponto de vista contábil, já que sou autônoma, preciso disso para conseguir ter um "salário" mais ou menos fixo. O problema hoje é que tenho várias contas, mas com tudo misturado. No final, gasto o que ganho, simples assim. Então, por exemplo se num mês eu ganhar 6 mil, pago as contas e uso o restante com supérfluos e se eu ganhar no outro mês 10 mil, faço o mesmo. Tem algo errado aí né? Se meus ganhos flutuam, eu preciso me organizar com a média, ou melhor ainda, com os ganhos dos meses mais "fracos" para que eu possa ter uma reserva para os tempos difíceis e ainda saber como posso me programar para a aquisição de algo que eu realmente queira ou precise, como as férias, por exemplo.
A primeira estratégia que fiz foi separar uma das minhas contas para depositar os honorários e pagar os gastos do próprio trabalho (aluguel, tributos etc). Infelizmente nesta conta é debitada também a prestação do meu apartamento, mas não tinha outro jeito, já que daria mais trabalho fazer o contrário, porque todas as principais contas estão em débito automático na outra conta. 
Outra coisa que preciso fazer é fechar uma conta poupança num terceiro banco. Achei que estava tudo bem assim, já que desta não pago tarifas, mas descobri que posso não pagar taxas também na conta da Caixa, que deixei para o consultório. Se eu abrir uma poupança atrelada a ela, o banco me isenta das tarifas desta conta também. Ok, não é uma puta grana, mas qualquer dinheiro economizado, tá valendo! E talvez fique mais fácil lidar com apenas 2 bancos. Mas isso ficará para daqui há um tempo.
Nos últimos meses já fiz alguns progressos em relação aos controles bancários: passei a trabalhar com mais transferências de honorários do que pagamentos em cheque/dinheiro. Agora vou apenas uma vez por semana ao banco. Com o tempo, pretendo diminuir ainda mais essa frequencia. Com isso, poupar ainda mais tempo!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Minha estratégia para otimizar o tempo - parte 1

O dicionário diz que otimizar significa tornar ótimo ou ideal. É extrair o melhor rendimento possível (...) É proceder a otimização empregando técnicas para selecionar as melhores alternativas para se atingir os objetivos determinados.

Eis aqui a minha lista de tudo o que preciso fazer para conseguir dar conta da rotina, sem me estressar tanto e sem a sensação de que "não tenho tempo pra nada". Ainda estou estabelecendo as técnicas para atingir meus objetivos. Mas, aí vai:


  •  Programar melhor minhas idas ao supermercado;
  • Organizar a rotina de limpeza da casa, de maneira que eu não me desgaste tanto e consiga, a médio prazo, não depender de uma faxineira;
  • Otimizar meus controles bancários;
  • Organizar melhor o cardápio semanal;
  •  Destralhar mais ainda a casa e ter uma decoração mais minimalista;
  •  Melhorar a rotina de lavanderia;
  • Criar uma rotina de controles, arquivamento de contas e papéis diversos;
  • Criar uma rotina de postagem no blog;
  • organizar melhor nosso lazer.

  • O primeiro item tem haver com vários outros. Ao programar melhor minhas idas ao supermercado, ou seja, ir menos vezes e de forma mais eficiente às compras, já tenho que pensar melhor no cadápio da semana, nos programas de lazer e refeições fora de casa e nas rotinas de limpeza e lavanderia, já que isso envolve a quantidade necessária de produtos de limpeza.
    É isso aí, uma coisa puxa outra e vamu lá!
    Como já contei, resolvi testar algumas estratégias depois de conversar com uma amiga, que deu voz a uma idéia que eu já tinha tentado, mas que sem muita reflexão acabou sendo abandonada. 
    O problema é esse: Acabo indo toda semana ao supermercado, principalmente por causa dos horti frutis e carnes, com isso abandonei a velha e boa compra do mês (que outrora já funcionou muito bem!). Apesar disso não parecer um problema, com meus horários cada vez mais apertados, acabo usando minhas únicas horinhas de folga (folga mesmo, sem filho, sem agenda), para fazer isso. Além disso, acabo comprando mais supérfluos por ir tantas vezes ao mercado. Outra questão é que não é só fazer a compra, tem que carregar, por e tirar do carro e guardar tudinho.
    No final de novembro comecei a por em prática a nova estratégia: fazer alguns estoques, nada muito grande, até porque não disponho de muito espaço. Comecei pelos produtos de limpeza e higiene. Só passou o primeiro mês, mas só de não ter que passar por esses corredores no supermercado, já percebi uma economia de tempo bem grande. Em janeiro vou fazer o mesmo com alimentos não perecíveis.
    Para isso já fiz uma adaptação bem legal nos meus armários. Eu tenho na minha cozinha um armário bem fininho e profundo, do lado da geladeira, que era para guardar vassouras, mas o marceneiro não cumpriu as especificações e simplesmente, não cabem vassouras e rodos de cabo grande (dã!). Comprei umas tábuas de pínus, que estavam em promoção na leroy e já mandei cortar, de grátis, lá mesmo. Instalamos no armário e ganhei 4 prateleiras bem grandes e legais. Com esse ganho considerável de espaço eu consigo colocar todo meu estoque lá.
    Bem, a ideia é essa: janeiro- comprar alimentos, enlatados, óleos e tudo o que puder guardar, para os próximos 4 meses. Em fevereiro devo repetir o mesmo com os produtos de limpeza e higiene e em março, fazer o mesmo com descartáveis. Assim, só volto a fazer compras em junho. A ideia é que, com o tempo eu só faça compras grandes a cada 3 ou 4 meses. Se der certo, vai ser legal, não?
    Sei que ainda vou continuar indo muitas vezes para comprar frutas, legumes e demais perecíveis, como frios, iogurtes e manteiga, mas só de saber que minhas idas ao mercado, podem ser feitas em horários em que estou com meu filho e que não tomarão mais do que 30 minutos do meu tempo, poupando assim meus horários livres, para fazer minhas coisas (ou nada), já fico bem aliviada!
    Pretendo com isso poupar tempo e também dinheiro,, porque conseguirei controlar melhor os gastos.
    Essa foi a primeira parte do meu projeto de otimização do tempo. Depois volto com os próximos capítulos.