A primavera chegou...
E com ela, comemoro a alegria, as cores, as flores, meu niver (que será em breve) e ... dois anos do blog.
Eu amoo a primavera. Primeiro porque adoro flores, adoro os dias ensolarados sem muito calor. Adoro ver as árvores floridas. Enfim adoro! Depois porque é sempre um momento de renovação. Sinto como se o mundo fosse mudando de cores, ficando menos cinzento e mais alegre. Talvez por ser a estação do meu aniversário, eu me sinta começando um novo ciclo.
Quando comecei a escrever aqui, não estava muito feliz. Passava por um período de turbulência, havia perdido um bebê, estava muito triste e com isso minha casa, minhas finanças e minha vida inteira passavam por um período muito bagunçado.
Eu estava desorganizada, havia engordado, estava endividada e minha casa estava um caos.
Enfim, eu precisava mudar.
Se passaram dois anos e muitas, muitas coisas mudaram.
Estou muito mais feliz hoje, embora ainda faltem algumas coisas para a vida ficar mais próxima do meu ideal, sinto que realizei muito, mudei muitas coisas, refleti muito até chegar nesse momento, em que me sinto plena.
Em dois anos já consegui renegociar todas as minhas dívidas, dei um novo rumo às minhas finanças, fiz uma poupança e passei a viver mais tranquila do ponto de vista financeiro. Ainda não consegui quitar meu apartamento, mas só porque aconteceram algumas mudanças no meio do caminho.
Consegui antecipar minha decisão de sair do emprego no hospital, o que era uma meta para 5 anos, mas consegui em exatamente dois anos! Apesar de não estar financeiramente estável, as coisas foram se concretizando neste ano e finalmente tomei coragem de sair. Agora preciso ficar muito vigilante quanto às finanças, porque não tenho mais um salário fixo, nem férias, nem 13º salário, mas tenho ganhos suficientes para pagar minhas contas, em um trabalho muito gratificante. E isso é o que importa.
Tive um filho lindo e saudável e só isso já é motivo suficiente para eu estar feliz.
Meu consultório cresceu muito, graças às relações profissionais que estabeleci, a duas amigas muito especiais que me ajudaram muito e ao meu empenho em fazer um bom trabalho.
Minha casa está muito melhor, bem mais clean e organizada. Consegui uma ajudante muito boa e isso tem me facilitado muito.
Tenho contado muito com minha família, em especial com minha mãe, que cuida do meu pequeno com tanto carinho. No período em que fiquei trabalhando nos dois, ele chegou a ficar com ela, por até 12 horas e eu pude trabalhar tranquila. Sou muito grata a ela e às minhas irmãs, irmão, cunhada e sobrinhas. Todos tem me ajudado muito. O pai dele também é muito presente e ajuda muito, apesar de não estarmos mais vivendo juntos.
Ainda preciso melhorar algumas coisinhas: minha alimentação ainda não é a ideal e não consegui iniciar atividade física, por total falta de tempo.
Tenho mantido a casa em ordem, mas sem neuras.
Ainda preciso investir mais na aparência e nos cuidados comigo, mas na medida do possível tenho feito algumas coisas simples: comprar algumas roupas, fazer as unhas, pintar o cabelo etc.
Esta é minha avaliação dos dois anos do blog e estou muito feliz por ter resultados tão positivos!!!
terça-feira, 24 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Mudanças
Quando finalmente minha rotina de trabalho mudou, fiquei meio sem rumo. Afinal "parecia" que ia sobrar muito tempo e eu jamais trabalhei tão poucas horas.
O fato é que, passadas 2 semanas, percebi que não sobra tempo pra nada e fico quase tão cansada quanto antes.
O que há de errado, já que agora trabalho 40 h/semanais a menos? A resposta é: nada!
Eu ainda não havia pensado que ficando em casa a gente suja mais a casa e com isso, precisa limpar mais vezes e além disso eu agora tenho um filhote que começou engatinhar (lindo!) e com isso a casa precisa estar mais em ordem para evitar acidentes do tipo: comer farelos do chão, rasgar a correspondência ...
Somado a isso tem o fato de que nas horas em que não estou trabalhando, estou cuidando dele e minhas horas de folga, não tem nada de folgadas!
O que fazer com essa nova vida, então?
Preciso me reorganizar. É isso, preciso de uma nova organização da minha rotina.
Um jeito bom de fazer isso é começando por um diagnóstico:
Qual é mesmo minha rotina?
1. Cuidar do filhote
2. Cuidar da casa (exceto faxina)
3. Cuidar da roupa
4. Pagar e organizar as contas de casa e do consultório
5. Trabalhar fora 20h/semanais
6. Encontrar tempo para cuidar de mim e para nosso lazer.
Trabalho às segundas e terças, a partir das 15h. Na quarta, a partir das 10h e no sábado, das 9 às 15h. Portanto, tenho todas as manhãs livres e na quinta e sexta não trabalho (por enquanto).
Estou tentando concentrar as atividades domésticas no início da semana, para que possa descansar no final da semana, já que a rotina do sábado é bem puxada.
Então dividi a semana assim:
Segunda-feira
Lavar e estender minhas roupas
Fazer almoço para dois dias
Dar uma limpada no banheiro e na sala
Colocar roupa do filhote de molho
Lavar a louça
Deixar o filhote na vovó e trabalhar até as 21h
Terça-feira
Lavar a roupa do filhote
Lavar a louça, limpar o banheiro e organizar o quarto do filhote
Quarta-feira
(trabalho o dia inteiro e é dia da faxineira)
Quinta-feira
Fazer almoço
Lavar a louça
Lavar a roupa de cama e toalhas
Ir ao supermercado e ao dentista
Fazer as unhas
Sexta-feira
Organizar as contas, ir ao banco e passear com o filhote
Sábado
Trabalhar o dia inteiro e no final da tarde sair para passear com o filhote
Domingo
Almoçar com a família
Rotina com o filhote:
Além das coisas básicas: banho, fraldas, mamadeiras, almoço... saio para passear com ele sempre que possível, nem que seja só para ir ao play.
Bom é isso... mudanças importantes, para melhor, sempre.
O fato é que, passadas 2 semanas, percebi que não sobra tempo pra nada e fico quase tão cansada quanto antes.
O que há de errado, já que agora trabalho 40 h/semanais a menos? A resposta é: nada!
Eu ainda não havia pensado que ficando em casa a gente suja mais a casa e com isso, precisa limpar mais vezes e além disso eu agora tenho um filhote que começou engatinhar (lindo!) e com isso a casa precisa estar mais em ordem para evitar acidentes do tipo: comer farelos do chão, rasgar a correspondência ...
Somado a isso tem o fato de que nas horas em que não estou trabalhando, estou cuidando dele e minhas horas de folga, não tem nada de folgadas!
O que fazer com essa nova vida, então?
Preciso me reorganizar. É isso, preciso de uma nova organização da minha rotina.
Um jeito bom de fazer isso é começando por um diagnóstico:
Qual é mesmo minha rotina?
1. Cuidar do filhote
2. Cuidar da casa (exceto faxina)
3. Cuidar da roupa
4. Pagar e organizar as contas de casa e do consultório
5. Trabalhar fora 20h/semanais
6. Encontrar tempo para cuidar de mim e para nosso lazer.
Trabalho às segundas e terças, a partir das 15h. Na quarta, a partir das 10h e no sábado, das 9 às 15h. Portanto, tenho todas as manhãs livres e na quinta e sexta não trabalho (por enquanto).
Estou tentando concentrar as atividades domésticas no início da semana, para que possa descansar no final da semana, já que a rotina do sábado é bem puxada.
Então dividi a semana assim:
Segunda-feira
Lavar e estender minhas roupas
Fazer almoço para dois dias
Dar uma limpada no banheiro e na sala
Colocar roupa do filhote de molho
Lavar a louça
Deixar o filhote na vovó e trabalhar até as 21h
Terça-feira
Lavar a roupa do filhote
Lavar a louça, limpar o banheiro e organizar o quarto do filhote
Quarta-feira
(trabalho o dia inteiro e é dia da faxineira)
Quinta-feira
Fazer almoço
Lavar a louça
Lavar a roupa de cama e toalhas
Ir ao supermercado e ao dentista
Fazer as unhas
Sexta-feira
Organizar as contas, ir ao banco e passear com o filhote
Sábado
Trabalhar o dia inteiro e no final da tarde sair para passear com o filhote
Domingo
Almoçar com a família
Rotina com o filhote:
Além das coisas básicas: banho, fraldas, mamadeiras, almoço... saio para passear com ele sempre que possível, nem que seja só para ir ao play.
Bom é isso... mudanças importantes, para melhor, sempre.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Reserva de emergência
Não conheço regras financeiras, mas para mim, há uma diferença clara entre poupança e reserva de emergência. Quando falo poupança, não me refiro à caderneta de poupança e sim à grana poupada (seja em CDB, ações, poupança...).
Então... A poupança é aquela grana para um projeto maior: comprar um bem, planejar a aposentadoria, pagar a escola dos filhos etc. Normalmente essa reserva é sagrada e só utilizamos para realizar o projeto ou em situação de extrema necessidade. Já a reserva de emergência, é uma grana "móvel", que, como o nome já diz, destina-se às emergências. O montante depende do padrão de vida de cada um. Para mim, por exemplo, R$ 1.000,00 já é suficiente. Sabe por que? Porque já avaliei minhas emergências e elas são as seguintes: quebra do carro, emergência odontológica, conserto de alguma coisa em casa (ex. pia entupiu, chuveiro quebrou...). Considerando o valor que sempre pago quando algo assim acontece, mil reais é o suficiente.
Mas aí você pode pensar: Se eu tenho dinheiro guardado em uma aplicação, para que ter uma reserva de emergência separada? Simples, porque uma aplicação é um dinheiro que não está disponível assim, de uma hora para outra e porque precisamos nos disciplinar a não mexer nesse dinheiro, se ele tem uma aplicação específica, se temos um plano para ele.
Se você ganha muito dinheiro, talvez não precise ter essa reserva, porque seu dinheiro deve ser suficiente para lidar com as eventualidades. Mas, se você tivesse muito dinheiro, não estaria lendo meu humilde blog, certo?
O principal objetivo de ter uma reserva de emergência é poder lidar com as eventualidades, a que todos estamos sujeitos, de maneira mais organizada, sem entrar no limite do cheque especial, sem precisar recorrer ao cartão de crédito, financiamentos etc.
Imagine um mês "daqueles", em que seu carro quebra ou sua máquina de lavar pára de funcionar. Ter a grana para consertar, sem se endividar ou mexer em suas economias é super organizador, não é?
Então... A poupança é aquela grana para um projeto maior: comprar um bem, planejar a aposentadoria, pagar a escola dos filhos etc. Normalmente essa reserva é sagrada e só utilizamos para realizar o projeto ou em situação de extrema necessidade. Já a reserva de emergência, é uma grana "móvel", que, como o nome já diz, destina-se às emergências. O montante depende do padrão de vida de cada um. Para mim, por exemplo, R$ 1.000,00 já é suficiente. Sabe por que? Porque já avaliei minhas emergências e elas são as seguintes: quebra do carro, emergência odontológica, conserto de alguma coisa em casa (ex. pia entupiu, chuveiro quebrou...). Considerando o valor que sempre pago quando algo assim acontece, mil reais é o suficiente.
Mas aí você pode pensar: Se eu tenho dinheiro guardado em uma aplicação, para que ter uma reserva de emergência separada? Simples, porque uma aplicação é um dinheiro que não está disponível assim, de uma hora para outra e porque precisamos nos disciplinar a não mexer nesse dinheiro, se ele tem uma aplicação específica, se temos um plano para ele.
Se você ganha muito dinheiro, talvez não precise ter essa reserva, porque seu dinheiro deve ser suficiente para lidar com as eventualidades. Mas, se você tivesse muito dinheiro, não estaria lendo meu humilde blog, certo?
O principal objetivo de ter uma reserva de emergência é poder lidar com as eventualidades, a que todos estamos sujeitos, de maneira mais organizada, sem entrar no limite do cheque especial, sem precisar recorrer ao cartão de crédito, financiamentos etc.
Imagine um mês "daqueles", em que seu carro quebra ou sua máquina de lavar pára de funcionar. Ter a grana para consertar, sem se endividar ou mexer em suas economias é super organizador, não é?
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Combustível de mudança: acreditar que somos capazes
Acreditar que somos capazes... o início de tudo...
Pensa, você sempre faz melhor aquilo que acredita, certo? E, fazendo melhor, as chances de um melhor resultado são muito maiores, ok? Então a lógica é muito simples: é muito mais fácil mudar alguma coisa quando estamos convictos de nossa capacidade de fazer do que quando queremos mudar mas não temos muita certeza disso.
Isso não é um post "motivacional" e sim uma constatação da minha própria capacidade de mudar, que pode servir para inspirar alguém.
Há alguns dias conversei com uma amiga sobre dinheiro. Ela me falava da sua dificuldade em guardar dinheiro e construir patrimônio. Ao contrário dos depoimentos que vimos por aí, ela não é uma pessoa endividada. É daquelas pessoas que vivem no 0 a 0, sabe? É extremamente organizada quando o assunto é gastar, mas não consegue dar um passo à frente, no sentido de investir ou fazer um projeto maior.
Durante a conversa, acabei falando de algo que eu sentia, mas que ainda não havia colocado em palavras. (Ééé, porque às vezes, sabemos muito mais de nós mesmos do que imaginamos, e só nos damos conta disso quando falamos à respeito. "Eu acredito!!!").
A minha constatação foi a seguinte: Em setembro de 2011 fiz um projeto financeiro/pessoal/profissional. Na época, eu estabeleci algumas metas financeiras que me possibilitariam mudar meu destino profissional e consequentemente, pessoal. A meta era poupar um valor X, em 2 anos e meio. Muitas coisas aconteceram, alguns tropeços no meio do caminho e no final das contas, no início deste ano eu estava no ponto 1 ou 2, numa escala de 0 a 10. No final do primeiro semestre eu decidi que era hora de programar minha saída do hospital e, a partir daí, intensifiquei meus esforços. Adivinhem o resultado... Em menos de 4 meses eu já chequei a 80% da minha meta.
Pode parecer mágico, ou um esforço sobre-humano, mas a verdade é que eu me dediquei à minha meta, no momento em que ela fez muito sentido para mim. Eu precisava desse dinheiro para me sentir segura e isso fez toda a diferença. Trabalhei para resolver a minha dificuldade em lidar com a instabilidade financeira e eu sabia que esta reserva me daria a tão sonhada autonomia. Fui lá e fiz! E só fiz, porque acreditei que seria capaz, acreditei no meu esforço e nas minhas possibilidades.
Bom, foi isso que contei para minha amiga. Contei que, quando acreditamos que podemos mudar, já é o início de uma grande mudança!
Pensa, você sempre faz melhor aquilo que acredita, certo? E, fazendo melhor, as chances de um melhor resultado são muito maiores, ok? Então a lógica é muito simples: é muito mais fácil mudar alguma coisa quando estamos convictos de nossa capacidade de fazer do que quando queremos mudar mas não temos muita certeza disso.
Isso não é um post "motivacional" e sim uma constatação da minha própria capacidade de mudar, que pode servir para inspirar alguém.
Há alguns dias conversei com uma amiga sobre dinheiro. Ela me falava da sua dificuldade em guardar dinheiro e construir patrimônio. Ao contrário dos depoimentos que vimos por aí, ela não é uma pessoa endividada. É daquelas pessoas que vivem no 0 a 0, sabe? É extremamente organizada quando o assunto é gastar, mas não consegue dar um passo à frente, no sentido de investir ou fazer um projeto maior.
Durante a conversa, acabei falando de algo que eu sentia, mas que ainda não havia colocado em palavras. (Ééé, porque às vezes, sabemos muito mais de nós mesmos do que imaginamos, e só nos damos conta disso quando falamos à respeito. "Eu acredito!!!").
A minha constatação foi a seguinte: Em setembro de 2011 fiz um projeto financeiro/pessoal/profissional. Na época, eu estabeleci algumas metas financeiras que me possibilitariam mudar meu destino profissional e consequentemente, pessoal. A meta era poupar um valor X, em 2 anos e meio. Muitas coisas aconteceram, alguns tropeços no meio do caminho e no final das contas, no início deste ano eu estava no ponto 1 ou 2, numa escala de 0 a 10. No final do primeiro semestre eu decidi que era hora de programar minha saída do hospital e, a partir daí, intensifiquei meus esforços. Adivinhem o resultado... Em menos de 4 meses eu já chequei a 80% da minha meta.
Pode parecer mágico, ou um esforço sobre-humano, mas a verdade é que eu me dediquei à minha meta, no momento em que ela fez muito sentido para mim. Eu precisava desse dinheiro para me sentir segura e isso fez toda a diferença. Trabalhei para resolver a minha dificuldade em lidar com a instabilidade financeira e eu sabia que esta reserva me daria a tão sonhada autonomia. Fui lá e fiz! E só fiz, porque acreditei que seria capaz, acreditei no meu esforço e nas minhas possibilidades.
Bom, foi isso que contei para minha amiga. Contei que, quando acreditamos que podemos mudar, já é o início de uma grande mudança!
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Mudanças na rotina
Enfim, minha vida mudou!
Chega a me dar uma "dorzinha no estômago" ao dizer isso!!!
As novidades são boas, mas confesso que ainda me parece tudo meio estranho.
Comecei nesta semana uma nova rotina de vida. Na segunda-feira foi meu primeiro dia sem dois trabalhos. Com isso pude ficar mais tempo com meu filhote, cuidei dele no período da manhã, fiz o almoço, tomamos sol por alguns minutinhos e no início da tarde saí para trabalhar.
Só de ter tido essa rotina, já me senti mais feliz e muito menos estressada.
Agora preciso estabelecer uma nova rotina em casa, de estudo e de cuidados comigo.
Tenho algumas metas para este mês e são elas:
Chega a me dar uma "dorzinha no estômago" ao dizer isso!!!
As novidades são boas, mas confesso que ainda me parece tudo meio estranho.
Comecei nesta semana uma nova rotina de vida. Na segunda-feira foi meu primeiro dia sem dois trabalhos. Com isso pude ficar mais tempo com meu filhote, cuidei dele no período da manhã, fiz o almoço, tomamos sol por alguns minutinhos e no início da tarde saí para trabalhar.
Só de ter tido essa rotina, já me senti mais feliz e muito menos estressada.
Agora preciso estabelecer uma nova rotina em casa, de estudo e de cuidados comigo.
Tenho algumas metas para este mês e são elas:
- Emagrecer 5 kg.
- Melhorar a alimentação
- Iniciar alguma atividade física (nem que seja apenas uma caminhada)
- Começar a estudar.
São poucas coisas, mas são muito importantes nesta nova etapa da vida.
domingo, 11 de agosto de 2013
Desistindo de um trabalho para viver a maternidade
Minha rotina irá mudar, finalmente!
Desde que voltei da licença maternidade venho me
questionando sobre minha rotina de trabalho, de cuidados com meu filho, de
lazer... Enfim, estou passando por uma crise pessoal e profissional e tenho
pensado muito em como mudar tudo isso.
Estou trabalhando em um local que já não significa muito pra
mim, além disso, tanto eu quanto meu
filhote temos adoecido com tudo isso.
A rotina que tenho hoje é mais ou menos assim:
Saio de casa antes das 8h, deixo meu filho na casa da vovó,
vou para o hospital. Entro as 8h30.
Às segundas e quartas, saio do hospital às 14h45, vou para o
consultório, trabalho até às 20 (na segunda) e 21 horas (na quarta); volto para
casa, já exausta! O pai do meu filho vai busca-lo e fica com ele até eu chegar.
Quando chego, coloco roupa na máquina, recolho roupa do varal, lavo a louça,
faço um lanche, tudo isso em menos de 30 minutos. Depois brinco com o filhote
por no máximo meia hora e ele dorme.
Às terças e quintas não trabalho no consultório, mas saio do
hospital às 19h30, vou buscar o filhote, acabo comendo algo na casa da minha
mãe, chego em casa, repito o ritual diário de cuidar da louça, faço a comidinha
dele e congelo para alguns dias. Brinco um pouquinho com ele e depois que ele
dorme, tento descansar um pouquinho antes de ir dormir, por volta das 23h30.
Na sexta é meu dia mais normal, porque saio do hospital às
17h30, vou busca-lo, fico com ele até tarde, sem me preocupar com a casa, já
que minha (santa!) faxineira vai às quintas.
No sábado trabalho no período da manhã e quando volto para
casa com ele já é no final da tarde. Só aí tenho tempo para cuidar de fato
dele: brincamos, assistimos aos desenhos que ele gosta, vejo o jornal enquanto
ele brinca no chão e faço algo para jantar. Depois que ele dorme, tento
assistir a um filme.
No domingo minha rotina é toda dedicada a ele, brinco,
passeio, almoçamos na casa da vovó e voltamos pra casa à noite, quando é hora de
organizar as roupinhas, as papinhas e minha rotina para a semana seguinte.
Quando tenho um “buraco” na agenda, consigo fazer a unha,
senão, dou uma arrumadinha durante o horário de trabalho mesmo (ou na hora do
almoço). Tenho tentado manter um mínimo de vida social, mas é quase impossível.
Só de escrever tudo isso, já me sinto angustiada!
Percebo que meu tempo com meu filho não tem a qualidade que
eu gostaria que tivesse. Não consigo acompanhar a rotina dele, não consigo dar
banho, alimentar etc. Apesar de ele estar muito bem cuidado pela minha mãe,
sinto falta dessa rotina, sinto falta de tempo e falta de qualidade no meu
tempo com ele. Sinto que estou perdendo um tempo precioso, não acompanho o
desenvolvimento dele como eu gostaria e isso me entristece muito.
Hoje consigo ter uma vida financeira mais tranquila, mas me
falta tempo até mesmo para conseguir gastar o dinheiro que ganho trabalhando
tanto.
Resultado? Estou adoecendo. Minha produtividade caiu muito,
já não consigo me dedicar tanto ao trabalho e minha desmotivação beira a
depressão. Estou no limite do meu stress.
São quase 4 meses vivendo assim e hoje, resolvi dar um
basta! Pedi demissão!!!!
Se eu fosse pensar racionalmente talvez não o faria:
Trabalho em uma mesma instituição há quase 20 anos, tenho uma certa
estabilidade, o consultório ainda é instável, apesar de estar crescendo, não
terei férias, 13º salário, salário fixo no final do mês e tudo o mais de
segurança que um emprego de carteira assinada nos proporciona.
Mas, e daí? Perco bastante coisa, financeiramente as coisas
terão que ser realocadas, mas tudo isso que estou fazendo é para ter um mínimo
de qualidade de vida e poder viver a maternidade de maneira mais feliz. Vou ter
que cortar gastos, rearranjar meus financiamentos, como já contei antes, mas
terei tempo de dormir, de brincar, de cuidar e de me cuidar também. Terei tempo
de viver, e isso está me fazendo muita falta.
Enfim, sei que terei momentos de muita angústia,
principalmente ao lidar com a instabilidade e a falta de grana, mas sei que
terei tempo de me preparar para retornar ao mercado de trabalho de maneira mais
saudável. Minhas possibilidades não estão esgotadas!
Além disso não estou parando de trabalhar, apenas reduzindo.
Continuo com meu consultório e aposto que há possibilidades dele crescer (o que
hoje é impossível).
Agora preciso estabelecer novas prioridades financeiras, já
que não consegui juntar o montante que havia me proposto, ainda tenho o
financiamento do apartamento e do carro. Estou otimista (apesar do medo). Quero
me lançar em novos desafios, quero poder passear na pracinha com o filhote,
fazer uma caminhada pelo menos 3 vezes por semana, quero cozinhar pra ele mais
vezes por semana, quero cuidar da minha casa, da minha aparência (que com tudo
isso anda muito descuidada), quero voltar a ouvir música e ver pelo menos um
filme por semana, quero ver o por do sol, sentada na lanchonete da esquina,
pelo menos uma vez por semana, quero ter tempo de receber minhas amigas em
casa, nem que seja para uma simples xícara de chá e um papo gostoso. Quero ter
tempo de ver o sol, coisa que há muito tempo não vejo. Quero ser feliz! O que
mais eu posso querer?
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Organizando as contas pagas
Você mantém suas contas arquivadas e em ordem???
Pois é, para mim isso ainda é um problema! Por mais que eu tente ser disciplinada, não consigo dar conta de manter a papelada arquivada.
Já testei várias maneiras de fazer isso e nada funcionou de maneira que eu não gaste muito tempo e consiga manter tudo em ordem.
Eu gasto tanto tempo pensando em como organizar a bagunça, que acabo ficando apenas no mundo das idéias e não consigo operacionalizar.
Mas, qual é o meu problema?
Primeiro, deixo acumular e quando tento organizar, a bagunça está tão grande que não consigo terminar.
Segundo, preciso de um sistema que funcione para mim, que não tome muito tempo e que dê resultados imediatos.
Terceiro: Tenho uma pasta sanfonada para todas as contas, por categoria. Eu devia tê-la esvaziado no início do ano e arquivado as contas de 2012, mas até agora não consegui.
Bem, é isso!
Como é a organização mínima hoje:
Tenho um pasta sanfonada anual, onde deveria ir colocando as contas pagas mensalmente.
Tenho caixas arquivo no quartinho, onde está o arquivo morto, por ano.
Tenho uma pastinha com as contas do mês e que acaba virando o arquivo das contas pagas, misturadas às que ainda vão vencer... enfim, um caos!
Como não consigo organizar tudo de uma vez, preciso pelo menos criar um método de ir organizando, então pensei assim:
Pois é, para mim isso ainda é um problema! Por mais que eu tente ser disciplinada, não consigo dar conta de manter a papelada arquivada.
Já testei várias maneiras de fazer isso e nada funcionou de maneira que eu não gaste muito tempo e consiga manter tudo em ordem.
Eu gasto tanto tempo pensando em como organizar a bagunça, que acabo ficando apenas no mundo das idéias e não consigo operacionalizar.
Mas, qual é o meu problema?
Primeiro, deixo acumular e quando tento organizar, a bagunça está tão grande que não consigo terminar.
Segundo, preciso de um sistema que funcione para mim, que não tome muito tempo e que dê resultados imediatos.
Terceiro: Tenho uma pasta sanfonada para todas as contas, por categoria. Eu devia tê-la esvaziado no início do ano e arquivado as contas de 2012, mas até agora não consegui.
Bem, é isso!
Como é a organização mínima hoje:
Tenho um pasta sanfonada anual, onde deveria ir colocando as contas pagas mensalmente.
Tenho caixas arquivo no quartinho, onde está o arquivo morto, por ano.
Tenho uma pastinha com as contas do mês e que acaba virando o arquivo das contas pagas, misturadas às que ainda vão vencer... enfim, um caos!
Como não consigo organizar tudo de uma vez, preciso pelo menos criar um método de ir organizando, então pensei assim:
- Colocar em uma caixa todas as contas espalhadas em vários lugares da casa, exceto as contas do ano, que, pelo menos estão na mesma pasta.
- Durante a semana, por apenas 15 minutos diários, separar tudo o que precisa ser arquivado e jogar fora o que é lixo. Creio que em 5 dias consigo terminar
- Na próxima semana, organizar as contas que estão na pasta sanfonada (2012) e colocar na caixa de arquivo morto (2 dias, por 15 minutos)
- Enfim, após esvaziar a pasta sanfonada, colocar as contas de 2013 lá (15 minutos).
Olhando assim, parece fácil, mas isso me faz perder muito tempo! Então, preciso começar imediatamente.
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