segunda-feira, 28 de abril de 2014

Reavaliando minhas metas financeiras

Passou rápido... Já se foi o primeiro terço do ano.
É sempre assustador como o tempo passa rápido!
E aí, como andam as finanças????
Eu sempre fiz reavaliações semestrais, mas neste ano, com a necessidade de um melhor controle resolvi fazer uma avaliação aos 4 meses.
Este está sendo um ano muito difícil para mim, pelo simples fato de que deixei de ser uma trabalhadora assalariada e ainda não consigo lidar muito bem com isso.
Tenho refletido muito e sei que ainda preciso fazer vários ajustes! Eita coisa difícil!!!!!
Minha avaliação:

  • Ser autônomo é muito bom, só que precisa de um gasto de energia ainda maior para lidar com as finanças e até com a rotina. Se a gente não fica vigilante, se perde fácil.
  • Preciso começar a lidar com uma programação financeira que jamais parei pra pensar: quando temos vínculo empregatício, já começamos o ano sabendo que teremos uma graninha nas férias e 13º no final do ano. Nem ficamos pensando nisso, porque é algo natural. Mas quando não teremos mais essa grana, é hora de pensar em como passar a ter esse mesmo rendimento. E agora? Até aqui eu só consegui pagar as contas, mais nada. Se a gente pensar em termos concretos, eu teria que poupar um montante anual referente a 1 salário e 1/2 (férias e 13º). Além disso tem a poupança para realização dos meus projetos, que está planejado em 10% dos meus ganhos. Bem, neste ano ainda não consegui chegar a nenhum desses valores. Então preciso apertar o cinto!
  • A conta é simples: 1 salário e 1/2 a mais por ano + 10% mensais para a meta de longo prazo= 25%, contando mais a sazonalidade (na minha área, como em muitas outras, os meses curtos, como dezembro e férias, são meses em que se ganha cerca de 50% a menos). Então, para ficar em uma situação confortável, eu teria que poupar cerca de 30% da minha renda mensal. 
Neste ano, dificilmente atingirei minhas metas, já que um terço do ano já se foi e eu não consegui economizar mais do 10% mensais. Se eu conseguisse, teria que poupar no próximo semestre tudo aquilo que não poupei até aqui. Sei que não dá, então é hora de fazer cortes importantes!
É nisso que vou me focar nos próximos 3 meses!



segunda-feira, 14 de abril de 2014

Desabafo de um dia estressante

É galera, a vida não está fácil pra ninguém!!!
Não estou aqui me queixando, mas seria muito bom ter um pouco mais de grana para me sentir menos estressada com a rotina do dia a dia.
Ainda não sei como fazer isso, mas estou empenhada em ganhar mais dinheiro ainda neste semestre.
Sinto que preciso de tempo para estudar e de mais tempo de lazer com meu filho e isso depende de “terceirizar” algumas tarefas aqui em casa.
Um exemplo: Hoje é sábado, feriado aqui em Sampa, mas atendi minha agenda normalmente. Acordei por volta das 7h30, tomei banho e café, cuidei do filhote, o pai foi levá-lo para a casa da avó e eu segui para o trabalho. Antes de atender, tive que dar uma geral nas coisas por lá (faxina básica mesmo!) porque estamos passando por uma reforma e estava a maior poeira. Trabalhei o dia inteiro, até as 16h, sem almoçar, porque é feriado e o dono do restaurante resolveu simplesmente, não abrir.
Passei no posto de gasolina, troquei o óleo do carro, enquanto devorava um lanche. Resolvi alguns probleminhas do carro e fui buscar o filhote. Cheguei na casa da minha mãe exausta, com um calor insuportável, às 18h. Vim para casa com ele, tomamos banho, amamentei e fui para a cozinha fazer uma comidinha para ele, que gritava de fome#sono#cansaço#calor. Enfim ele dormiu sem que a comida estivesse pronta. Deixei as panelas no fogo e estressada que estou, quase deixei queimar, enquanto desabafo neste post! Entre uma panela e outra, ainda dei uma secada no banheiro e passei um pano na cozinha. São exatamente 20h30 e estou mais do que exausta. Ainda preciso terminar de preparar o jantar e tentar comer antes que ele acorde.
Mas, apesar do cansaço me sinto bem feliz. Feliz por ter dado conta do meu dia sem “perder la ternura”, sem ficar irritada e sem chorar. Feliz mais ainda por saber que dou conta do meu filho e do meu trabalho, que são minhas maiores realizações.

É isso aí, se eu tivesse mais dinheiro, teria uma ajudante para as tarefas do dia a dia e com isso teria mais tempo e me estressaria menos, mas a vida é como é, e estamos aí pra lutar!

Praticidade na organização

Às vezes fico vendo essas técnicas de organização cheias de estratégias, passos e sei lá mais o que e sinto até preguiça de pensar!
Gente, organização precisa ser simples e ponto!
Podemos até nos inspirar em alguns métodos, mas o que conta, de verdade, é a disposição para a mudança de rotina e, principalmente, a compreensão sobre o que não está bom em nossa vida (e que carece de mudança).
Vamos pensar... Se a casa está um caos, com coisas acumuladas para limpar e organizar, precisamos tomar uma providência rápida, não é? Então eu presumo que as coisas chegaram a este ponto porque não houve tempo ou dedicação ou priorização ou paciência para lidar com isso. O que me faz pensar que não haverá muita disposição para lidar com métodos muito complexos de organização.
Então é isso: se o chão está sujo, o que resolve é pegar a vassoura e varrer. Simples assim.
Não estou aqui fazendo apologia ao pragmatismo. Apenas pensando em como algumas coisas podem ser mais simples do que parecem. Eu sempre ressalto que é preciso pensar em como as coisas chegaram ao caos. Isso sim é uma reflexão que precisa ser feita, porque não haverá mudança consistente se não compreendermos as causas da desorganização. Esse é um exercício  complexo, interessante e que inaugura uma compreensão sobre nós mesmos.
Quando eu me vi completamente desorganizada há uns 4 anos atrás, me fiz essa pergunta muitas vezes até encontrar as respostas. Eu estava desorganizada porque estava infeliz com minha vida, tentando sair do buraco existencial que me encontrava naquele momento. Sentia-me incapaz de cuidar de mim mesma, que dirá da casa! Além disso, nos momentos em que estava bem, eu não gostava de cuidar da casa. Realmente, eu não gosto de serviço doméstico, isso é fato. O que mudou foi que, ao cuidar das minhas emoções, me curar da imensa melancolia, eu pude, aos poucos, perceber que minha casa era um lugar importante para mim e que minha relação com ela precisava ser mais cuidada. Com isso, comecei a me organizar e cuidar melhor da rotina, mesmo não gostando do trabalho doméstico, ele precisa ser feito e isso não pode ser um grande sofrimento.
Passei a lidar com as coisas de maneira mais leve. Apesar de cansativo é gratificante me perceber dando conta da minha casa, da minha situação financeira, do meu trabalho e hoje, do meu filho.
No começo da organização a gente dá uma pirada! Começa a fazer milhões de listas, checar milhões de detalhes... Depois vai percebendo o que dá certo concretamente e o que é apenas piração. Com o tempo, se percebe uma apropriação daquilo que foi pensado. É gente, precisamos nos apropriar de nossas escolhas!
Hoje, apesar de ainda ter muito o que melhorar, vejo tudo com muito mais clareza e simplicidade.
Minha organização é mais ou menos assim:
- Passei a trabalhar menos, com isso perdi renda e precisei rever meu estilo de vida, portanto fiz alguns cortes, essencialmente de supérfluos. Só compro o que necessito.
- Entendi que para estar mais com meu filho, preciso cuidar da rotina doméstica ao mesmo tempo em que fico com ele. Não há dois momentos separados. Então vou fazendo as coisas com ele ao meu lado, mesmo que isso faça as coisas demorarem mais e às vezes ele me atrapalhe um bocado.
- Tenho uma rotina diária que inclui: lavar roupa 3 vezes por semana, lavar a louça diariamente, cozinhar 3 vezes por semana, manter a limpeza do banheiro e da cozinha diariamente e do restante da casa quando dá tempo.
- Por mais que eu tentasse ficar sem, ainda dependo de uma faxineira 1x por semana, para o trabalho mais pesado e passar a roupa. Entendi que preciso disso, mesmo que signifique uma despesa alta.
- Percebi que quanto mais ficamos em casa, mais precisamos ficar em casa para dar conta das tarefas domésticas. É isso que torna escrava muita dona de casa! A questão é que quando estamos em casa, sujamos mais louça, fazemos mais comida e bagunçamos mais a casa (principalmente quando temos filhos). Então tenho aprendido a nunca, NUNCA, deixar de sair porque preciso terminar de limpar a casa. Se eu preciso sair às 14h para trabalhar, sei que preciso dar conta das coisas até as 12h, para ter um tempo de descanso com meu filho depois do almoço e por fim, sair no horário, sem ficar tentando terminar o que precisa ficar limpo. Deu pra fazer, eu faço. Não deu? Paciência.
- Percebi que quando as coisas não se acumulam fica tudo mais fácil. Antes eu odiava lavar louça, então chegava, saia, chegava de novo e a louça ia se acumulando na pia. Resultado: além de ficar tudo horrível, quando eu tinha que lavar, passava um tempo enorme nesse trabalho. Hoje eu não dou trela pra preguiça. Depois do café da manhã eu lavo toda a louça em menos de 10 minutos. Daí eu faço o almoço e já vou lavando o que uso. Quando dá tempo já lavo a louça do almoço. Se não faço antes de ir pro trabalho, faço ao retornar, à noite. Assim, em cerca de 15 minutos por dia dou conta de uma tarefa que considero chata, mas que é necessária para meu bem estar.
Ou seja, o que é para fazer, precisa ser feito e pronto!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Minha retrospectiva

Eu sempre faço uma listinha de coisas para fazer no ano novo, mas este ano, pensei em fazer algo diferente.
Pensar no que foi o ano que está encerrando me dá a dimensão de tudo o que vivi e me ajuda a projetar meu futuro.
Então aí vai:
No início de 2013 eu tinha um bebê recém nascido, um emprego que me trazia muita angústia e nenhuma perspectiva e uma vida financeira em fase de readaptação.
Minha organização financeira iniciada em setembro de 2011, começava a dar frutos: eu havia negociado e estava quitando todas as minhas dívidas, eu havia reduzido o consumo de supérfluos e estabelecido metas de redução para os próximos anos.
No momento de retornar da licença maternidade eu já sabia exatamente quais eram minhas perspectivas financeiras e profissionais. Além disso, a felicidade de ter meu filho me dava a certeza de que precisava dar um outro rumo à vida.
Trabalhei nos dois empregos por, ainda, por 4 meses. Confesso que foi um momento de extremo sofrimento. Eu não tinha tempo de cuidar do meu filhote, só o via bem tarde, sentia falta dele o dia inteiro.
Eu sabia que era momento de mudar, afinal, esperei 42 anos para me dar a chance de ser mãe. Havia perdido 2 bebês nos anos anteriores e minha gravidez, apesar de um momento muito feliz, foi também um  momento de muita tensão, por ser uma gravidez de risco.
No segundo semestre deste ano eu estava exausta. Me dedicava a casa, ao filhote, aos 2 trabalhos e não sobrava nenhum tempo para mim. Meu rendimento no trabalho seria comprometido em breve e eu tomei a decisão mais corajosa de toda minha vida: abandonar u m trabalho estável, público, no qual estava há 19 anos.
Felizmente a vida conspirava a meu favor. Naquele momento (após 10 anos investindo), meu consultório estava muito bem. Eu começara 2013 com uma agenda bem mais sólida.
Pode ser que pareça coincidência, mas na verdade é fruto de muito trabalho e muita determinação para chegar onde estou agora.
Agradeço a Deus e a todos que me encorajaram e me ajudaram a chegar aqui.
Teremos um 2014 de muita luta e desejo que seja de muitas vitórias.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Como organizar as finanças quando somos autônomos


Tenho observado muitas diferenças ao lidar com as finanças desde que me tornei autônoma. Antes, eu tinha uma data certa para entrada do meu salário e isso era bastante tranqüilo, porque as datas dos pagamentos de contas eram de acordo com essa data. Agora porém, algumas coisas mudaram. Tenho entradas durante todo o mês e, apesar da minha renda ser estável (ou mais ou menos isso), preciso reorganizar as saídas e contar com os imprevistos de maneira mais efetiva.
Percebi, no meu dia a dia, nesses dois meses algumas coisas que precisam ser revistas:
  1. É preciso manter uma planilha de entradas sempre atualizada (isso eu já fazia, mas às vezes, era displicente);
  2. As entradas em cheques são fáceis de administrar, mas as entradas em dinheiro acabam ficando na carteira e muitas vezes perdermos o controle;
  3. É preciso conhecer a dinâmica das entradas para organizar as saídas, ou seja, eu só posso pagar as contas fixas, em datas posteriores às que meus clientes costumam me pagar;
  4. No final do mês não dá para gastar o que “sobrou” na conta, já que este montante irá compor a renda do próximo mês;
  5. Preciso ter uma reserva para cobrir eventuais atrasos de pagamentos.

Sabendo disso, preciso me reorganizar, para lidar com as finanças a partir de agora.
Neste mês por exemplo, recebi mais em dinheiro do que em cheque. Antes, quando esta renda era “extra” eu usava o dinheiro para comprar o que desejava e gastar tranquilamente. Agora o dinheiro faz parte de toda minha renda, já não é um dinheiro livre como antes. Então, preciso, à medida em que recebo, separar aquilo que preciso para pagar contas que devem ser pagas em dinheiro (faxineira e gasolina). O restante, deve ir imediatamente para a conta corrente. Assim, evito ficar com dinheiro na carteira e me livro dessa sensação de que está sobrando.
Já coloquei as contas fixas em débito automático, mas preciso analisar melhor as datas de vencimentos, para que eu saiba de quanto preciso dispor para pagá-las. O ideal é que se tenha todos os débitos em uma mesma semana, é mais fácil de gerenciar.
Montei uma planilha simples, em papel, que fica anexada à minha agenda, para que eu marque os pagamentos no momento em que o cliente paga. Depois disso, passo para minha planilha de orçamento mensal no computador.

Fazendo esses pequenos ajustes, será possível chegar ao final do mês de maneira mais organizada!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Organizar a rotina quando sobra tempo

A gente sempre soube que o tempo é relativo, mas vivenciar isso é outra coisa.
Há cerca de 2 anos eu trabalhava muito menos horas, tinha uma rotina mais linear e sempre reclamava da falta de tempo para fazer milhares de coisas. Naquele período eu só trabalhava uma noite por semana (até por volta das 21h), nos outros dias chegava em casa por volta das 19h e ainda assim achava muito pouco tempo. Depois, com o crescimento do meu consultório e o nascimento do meu filho, o tempo se tornou escasso de verdade. Trabalhando 3 noites, mais o sábado, mais o horário integral do hospital, realmente não sobrava tempo para quase nada, ainda assim eu consegui, pelo menos por alguns meses, me dedicar ao filhote todo o tempo que podia, cuidar da roupa, da alimentação, da casa e de tudo o mais. O que aconteceu com o meu tempo? Esticou? Lógico que não! Eu apenas redimensionei minha energia para o que era realmente importante naquele momento. Tentava equilibrar todos os pratos ao mesmo tempo!
Tinha que otimizar meu tempo. Exemplos? Pagava contas, fazia supermercado e organizava a rotina, sempre na hora do almoço. Checava meus e mails no trabalho, fazia as unhas entre um atendimento e outro. Enfim, reorganizei meu tempo para caber quase tudo. Apesar do cansaço e das noites mal dormidas, sinto que valeu a pena viver tudo isso, pelo simples fato de saber que consigo dar conta da minha vida, apesar de não ter tempo.
Agora que estou mais tempo em casa e consigo manter a rotina mais equilibrada, percebo o quanto ter tempo é algo saudável e o quanto precisamos fazer disso algo realmente importante. Percebo que, apesar de ter mais tempo, isso não significa que "sobre" tempo, sempre arrumamos algo para fazer e a vida segue dinâmica. Percebo também que é preciso mais organização ainda, senão a gente se perde.
Notei há algumas semanas atrás, por exemplo, que ficava procrastinando várias tarefas, simplesmente porque teria tempo para fazer depois. Quando a gente não tem tempo, isso acontece bem menos, porque a agenda é mais justa e precisamos cumpri-la.
Precisei voltar as minhas listinhas de tarefas para me reorganizar nessa nova vida e, devo dizer, me sinto muito mais feliz tendo uma rotina organizada.
É lógico que não continuo tão escrava do relógio e do stress quanto antes, mas tenho algumas rotinas que tento seguir, para manter nossa saúde física e mental. Exemplo: Tento acordar mais ou menos no mesmo horário (é lógico, que isso varia um pouco, dependendo de como foi a noite), mantenho uma rotina de organização da casa e de cuidados pessoais no período da manhã. Depois que o filhote acorda, cuido dele e saímos para passear. No período da tarde, logo depois do almoço, saio para trabalhar. No dia de folga agendo médico, dentista, vou ao banco e ao supermercado. Aproveito para dormir um pouco mais, assistir mais tv com ele e descansar.
Parece simples, mas manter uma rotina é muito saudável, principalmente para o bebê, que precisa ter horários para dormir, comer, tomar banho etc.
Assim segue nossa vida e, apesar de ainda precisar de alguns ajustes, sinto que estamos muito bem!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Primavera e dois anos do blog

A primavera chegou...
E com ela, comemoro a alegria, as cores, as flores, meu niver (que será em breve) e ... dois anos do blog.
Eu amoo a primavera. Primeiro porque adoro flores, adoro os dias ensolarados sem muito calor. Adoro ver as árvores floridas. Enfim adoro! Depois porque é sempre um momento de renovação. Sinto como se o mundo fosse mudando de cores, ficando menos cinzento e mais alegre. Talvez por ser a estação do meu aniversário, eu me sinta começando um novo ciclo.
Quando comecei a escrever aqui, não estava muito feliz. Passava por um período de turbulência, havia perdido um bebê, estava muito triste e com isso minha casa, minhas finanças e minha vida inteira passavam por um período muito bagunçado.
Eu estava desorganizada, havia engordado, estava endividada e minha casa estava um caos.
Enfim, eu precisava mudar.
Se passaram dois anos e muitas, muitas coisas mudaram.
Estou muito mais feliz hoje, embora ainda faltem algumas coisas para a vida ficar mais próxima do meu ideal, sinto que realizei muito, mudei muitas coisas, refleti muito até chegar nesse momento, em que me sinto plena.
Em dois anos já consegui renegociar todas as minhas dívidas, dei um novo rumo às minhas finanças, fiz uma poupança e passei a viver mais tranquila do ponto de vista financeiro. Ainda não consegui quitar meu apartamento, mas só porque aconteceram algumas mudanças no meio do caminho.
Consegui antecipar minha decisão de sair do emprego no hospital, o que era uma meta para 5 anos, mas consegui em exatamente dois anos! Apesar de não estar financeiramente estável, as coisas foram se concretizando neste ano e finalmente tomei coragem de sair. Agora preciso ficar muito vigilante quanto às finanças, porque não tenho mais um salário fixo, nem férias, nem 13º salário, mas tenho ganhos suficientes para pagar minhas contas, em um trabalho muito gratificante. E isso é o que importa.
Tive um filho lindo e saudável e só isso já é motivo suficiente para eu estar feliz.
Meu consultório cresceu muito, graças às relações profissionais que estabeleci, a duas amigas muito especiais que me ajudaram muito e ao meu empenho em fazer um bom trabalho.
Minha casa está muito melhor, bem mais clean e organizada. Consegui uma ajudante muito boa e isso tem me facilitado muito.
Tenho contado muito com minha família, em especial com minha mãe, que cuida do meu pequeno com tanto carinho. No período em que fiquei trabalhando nos dois, ele chegou a ficar com ela, por até 12 horas e eu pude trabalhar tranquila. Sou muito grata a ela e às minhas irmãs, irmão, cunhada e sobrinhas. Todos tem me ajudado muito. O pai dele também é muito presente e ajuda muito, apesar de não estarmos mais vivendo juntos.
Ainda preciso melhorar algumas coisinhas: minha alimentação ainda não é a ideal e não consegui iniciar atividade física, por total falta de tempo.
Tenho mantido a casa em ordem, mas sem neuras.
Ainda preciso investir mais na aparência e nos cuidados comigo, mas na medida do possível tenho feito algumas coisas simples: comprar algumas roupas, fazer as unhas, pintar o cabelo etc.

Esta é minha avaliação dos dois anos do blog e estou muito feliz por ter resultados tão positivos!!!