sexta-feira, 27 de julho de 2018

Desafio organizar em 30 dias

Ando precisando de motivação para retomar a organização da casa e da vida, depois de vários meses fazendo apenas o estritamente necessário. Todo mundo sabe que quando a gente está sem tempo para fazer além do básico, as coisas vão se acumulando "longe dos olhos" e quando a gente resolve olhar, está tudo meio caótico, ainda que a vida diária esteja andando. Foi assim que aconteceu por aqui, depois de 6 meses doente, me dei conta de preciso organizar algumas dezenas de coisas. Aí me propús um novo desafio, que já fiz em outros tempos e foi bem legal, organizar o máximo de coisas possíveis em 30 dias. A proposta é a seguinte: Estamos na última semana de julho, então vou deixar algumas coisas estruturadas para que tenha tempo de me dedicar diariamente, entre 30 e 60 minutos a alguma coisa que precise limpar e organizar. Eu, como quase todo mundo, só tenho tempo de fazer o básico no dia a dia, porém, para o desafio dar certo, preciso me comprometer com, no mínimo meia hora diária, então preciso montar uma estrutura que suporte minhas ações (exemplo: deixar os uniformes em ordem para o início das aulas, congelar alguns alimentos, fazer mercado, pagar as contas. São coisas que normalmente eu vou fazendo durante a semana, mas vou priorizar fazê-las neste final de semana e até terça, porque na quarta começa Agosto, o mês do meu desafio de: 1. organizar contas antigas 2. Limpar o lustre da sala 3. adubar as plantas 4. organizar gavetas dos criados mudos (2 dias) 5. organizar gavetas do aparador da sala 6. organizar potes plásticos 7. organizar estante do filhote 8. limpar gavetas dos armários (2 dias) 9. separar roupas para doar (só minhas, do filhote eu já fiz) 10. limpar os livros 11. aspirar o colchão 12. organizar prateleiras dos livros 13. limpar potes de mantimentos 14. organizar a depensa (2 dias) 15. organizar produtos de limpeza 16. organizar/ repor caixa de remédios e primeiros socorros 17. organizar materiais de artesanato 18. organizar caixa de costura 19. limpar meu guarda roupa (3 dias) 20. limpar as portas e rodapés 21. organizar armario do banheiro 22. organizar sapatos (2 dias) 23. limpar as persianas 24. organizar papéis. Espero ter sucesso nessa nova empreitada, para que no restante do ano as coisas fluam de maneira mais tranquila.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Revendo meu estilo de vida

Tenho pensado muito sobre minha qualidade de vida. Neste último semestre vivi momentos muito difíceis. Fiquei doente a maior parte do tempo, com refluxo e piora dos meus problemas respiratórios. Consequentemente, a qualidade do sono ficou péssima e engordei. Dá para perceber como uma doença leva a outra e a vida vai ficando mais difícil. Depois de 3 meses tossindo por causa do refluxo, meu humor ficou péssimo, ando irritadíssima e muito ansiosa. Mas esse post não é pra me lamentar não! Apesar de não estar tão bem, tenho tido uma força incrível para transformar minha realidade. Fui a vários médicos, fiz dezenas de exames e agora estou fazendo os tratamentos. É uma rotina chata, mas é importante me cuidar e estou priorizando isso. Na primeira semana do mês, tirei alguns dias para tratar uma bactéria no estômago e descansar. Aproveitei para cuidar melhor da alimentação e voltar a me exercitar, apesar de estar sem energia para fazer exercícios na academia, estou fazendo o que dá. Cuidei também um pouco melhor da casa e do meu filhote. Fiquei um pouco mais com ele nesse período de férias e fizemos alguns programas juntos. No âmbito financeiro fiz várias descobertas e muitos ajustes, mas decidi que não quero viver na angústia desses últimos meses, de ter que correr para receber meus honorários para quitar as contas do mês. Este mês foi um dos mais difíceis, por escolhas financeiras erradas, que conto em outro post, mas a maior questão é que preciso reduzir gastos urgentemente. Rever meu estilo de vida, na verdade. Rever o estilo de vida é uma tarefa ampla, uma mudança de paradigma e uma compreensão de quem sou e onde quero chegar. Acho que por muito tempo negligenciei esse aspecto da vida e não fiz o que precisava ser feito. Entrei no modo "satisfação imediata" o que, todo mundo sabe, é um desastre para quem pretende ter uma vida financeira mais equilibrada. O mais importante agora é admitir que PRECISEI dessa satisfação por estar infeliz com outros aspectos da vida. É fácil compreender, a gente tenta se compensar, com gratificações imediatas e que não se sustentam por muito tempo, daí precisa de mais uma comprinha, mais um docinho, mais uma ida ao shopping "porque eu mereço" e quando percebe, já tem um monte de gastos desnecessários e sem sentido. Não estou falando aqui que não podemos comprar coisas que nos deixem felizes, nos tragam alguma gratificação, mas é diferente quando compramos algo que queremos de verdade ou precisamos de verdade. Comprar para compensar outras faltas é que é um problema! Meu propósito de vida sempre foi viver com menos, não acumular muitas coisas, não gastar tanto tempo para administrar uma casa entulhada. Ainda não me perdi desse propósito, mas percebo que tenho consumido um pouco além da conta, especialmente com coisas para casa, mas já voltei pros trilhos e agora a meta é reduzir as compras parceladas no cartão de crédito. É impressionante como é fácil se endividar com coisinhas pequenas: uma comprinha de 150 reais dividida em 3 vezes, por exemplo, se feita sistematicamente, vai se tornar um problema quando acumularem-se as parcelas. É obvio que ninguém se individa só com isso, mas está provado que os pequenos gastos são os grandes responsáveis pela desorganização financeira de grande parte das pessoas. Os meus gastos fixos, por exemplo, se mantém estáveis ao longo do ano e as grandes oscilações são relacionadas a compras (casa, roupas, restaurantes...). Enfim, preciso me divertir mais, me preocupar menos com dinheiro e isso requer mudanças na qualidade do nosso lazer. Uma das coisas que percebo que mais influenciaram nessa diversão de "baixa qualidade" foi um hábito adquirido depois que meu filho nasceu... ir frequentemente ao shopping. Eu nunca gostei de shopping e jamais considerei isso um passeio, mas quando ele chegou, acabou sendo um passeio fácil, porque não requeria muito planejamento e trazia um certo conforto, principalmente nos dias de chuva (estacionamento, fraldário, alimentação... quem é mãe entende!). Com isso adquirimos um hábito péssimo, porque hoje ele adora e eu passei a curtir as facilidades desse programa. O resultado é que sempre que você "passeia" vendo lojas (que horrível!) acaba comprando alguma coisinha. Eu amo lojas de decoração e coisas pra casa, como a Tok Stok. Antes eu ia 2 ou 3 vezes ao ano, até extrapolava um pouquinho, confesso, mas mantinha o controle. Hoje vou cerca de uma vez por mês e sempre saio com uma coisinha que eu nem sabia que precisava. Já cheguei a ter 3 parcelamentos concomitantes! Hora de parar com isso!!! Estabeleci que a partir de junho faria pelo menos um programa mensal ao ar livre (parque, praça ou mesmo algum restaurante aberto) e estou tentando cumprir a meta.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Meus erros financeiros

Pois é, depois de me debruçar durante 2 meses sobre as questões financeiras, como já contei nos posts anteriores, cheguei a várias conclusões e, principalmente, várias resoluções. Ao mesmo tempo em que fazia a análise dos meus números, fazia também pesquisa de conteúdo de boa qualidade sobre como gerenciar melhor as finanças. Além do blog Dinheirama, que já acompanho a anos, comecei ver alguns vídeos do Gustavo Cebasi que gostei bastante. Ele fala de maneira bem estruturada sobre o assunto e dá dicas práticas. E aí, como um conteúdo leva a outro, conheci o blog e depois o canal do youbube Me Poupe! Gente, é muito conteúdo bom, idéias bacanas de como lidar com o endividamento, tudo de maneira muito leve e extremamente bem homorada. No mês passado a Nath, dona do canal, lançou um livro. Comprei e está sendo uma delícia. Tem muitos exemplos da vida dela, com os passos que ela percorreu para lidar com suas questões financeiras. Além disso tem muitos exercícios práticos, tabelas, análises etc. Fui fazendo as leituras ao mesmo tempo em que revia meus números e além de decidir sobre o que posso cortar, quanto devo economizar e poupar, fui encontrando alguns erros. Vamos a eles: - Tenho uma planilha mensal, na qual existe uma previsão de gastos a cada mês e alimento com os gastos reais duas vezes por mês: por volta do dia 10, quando já recebi a maior parte dos meus honorários e paguei a maior parte das contas do mês e no final do mês quando faço o fechamento. O problema é que frequentemente gasto além do que havia previsto e não tenho conseguido frear esses gastos a tempo. Exemplo: projetei que gastaria menos no supermercado no mês de junho (seriam 400 reais), o que foi impossível, já que tinha uma compra parcelada do mês anterior e pior ainda, é impossível gastar cerca de 100 reais semanais no supermercado. Conclusão: a meta não era factível! Ocorreu o mesmo com os gastos de restaurantes do dia a dia, com o combustível (que aumentou absurdamente nas últimas 8 semanas) e com alguns outros, de menor valor. - Outro erro (este mais complicado!): Nunca fiz uma previsão orçamentária anual considerando as contas sazonais. Isso é bem grave na vida de um autônomo. Explico: Quando eu era funcionária pública e depois CLT, tinha, além do salário pago no dia certinho, todos os outros benefícios que um assalariado tem: 13o. salário, adicional de férias e férias remuneradas. Tudo isso, se a gente pensar, significa dinheiro extra e a maioria das pessoas reserva o 13o., por exemplo, para pagamento do IPVA, IPTU, seguro do carro, material escolar e matrícula... Pois bem, eu deixei de ser funcionária há 4 anos e desde então venho tentando lidar com essas contas sazonais, dentro da rotina mensal. Quando a situação financeira estava boa (entre 2014 e 2015) eu conseguia ter uma reserva de emergência para pagar essas contas, daí ficava tudo bem. O problema é que nos últimos anos as coisas ficaram mais difíceis, perdi renda e zerei minhas reservar. Por mais que tenha tentado, não consegui diminuir muito os meus gastos. Um resultado bastante prático que aconteceu agora, foi o vencimento do seguro do carro. Todo mundo sabe que essa é uma dívida cara. Meu carro nem é um carrão, mas tem um seguro de 3.900 reais. Tentei reservar algum dinheiro para pagar a vista, mas não consegui. Parcelei em 4 vezes sem juros e a facada foi grande. O que eu conclui que devo fazer é pegar esse valor, dividir por 12 e guardar mensalmente. Ter o valor integral na época do vencimento do seguro me daria a possibilidade de barganhar um desconto à vista. Bom não? Seria, se eu tivesse me organizado para isso antes! Bem, agora vou ter que fazer o planejamento para o próximo período, que inicia em outubro, já que termino de pagar em setembro. Além disso, tenho que considerar também o pagamento do IPVA, Conselho Regional, IPTU. Outra coisa com a qual preciso lidar são as férias. Hoje consigo ter férias remuneradas de 2 semanas ao ano, já negociadas com meus pacientes, que pagam valor fixo mensal. Antes, se eu tirasse uma semana de férias, não recebia nem um centavo por isso. Com a experiência, construi um sistema em que contrato com os pacientes, valores fixos mensais, que incluem 1 semana de férias em outubro e o recesso entre Natal e ano novo.Isso me dá a tranquilidade de pagar as contas. Ainda assim, não tenho sobra pra viajar e esse valor também precisa ser previsto. Resumindo: SEGURO+IPVA+CRP+FÉRIAS= X. Dividido por 12= VALOR MENSAL A SER GUARDADO. Meu exemplo (estimado): Seguro: 4 mil IPVA: 1 mil CRP: 500 Férias: 3 mil TOTAL: 8.500 : 12 = 708 reais. Este é o valor que preciso poupar, apenas para essas contas! Além disso, tenho que repor minha reserva de emergência. É isso, novas maneiras para garantir alguma tranquilidade financeira no próximo ano. Sei que ainda temos um semestre pela frente, mas consigo fazer pouco por agora, porque é difícil garantir essa reserva, pagando ainda essas contas sazonais.

domingo, 24 de junho de 2018

Orgulhosa da minha capacidade de me reorganizar financeiramente

Estou orgulhosa de mim... sim, verdade!
Nas últimas semanas fiz uma análise minuciosa das minhas finanças. Descobri coisas incríveis:
1. Eu não posso acumular meus gastos no cartão de crédito. Isso me desestabiliza e me deixa preocupada por cerca de 15 dias do mês, com a fatura que está por chegar. Então, cartão servirá apenas para compras parceladas, necessárias (como eletrodomésticos, roupas em maior quantidade ou eletrônicos). Ainda assim, tentarei não utilizar para compra de roupas, na tentativa de manter o foco no orçamento mensal destinado a este item.
2. Eu rasgava dinheiro todos os meses! Vejo a cena (imagine comigo). Todos os meses eu pegava uma nota de CEM REAIS e rasgava e jogava no lixo! Dói, dói muito imaginar essa cena. Mas era o que eu fazia pagando tarifas bancárias. Duas ligações, cerca de 5 minutos de dedicação a resolver isso e pronto! Tirei essas taxas definitivamente da minha conta. No final de julho já sentirei isso no bolso. Só pra pensar: eu destino mensalmente, cerca de 100 a 150 reais para compra de roupas, então, esse dinheiro economizado dá para cobrir esse item do meu orçamento. Simples assim! É como se eu tivesse decidido que, de agora em diante, não pago mais pelas minhas roupas. Incrível, não?
3. Tentei negociar com meu filho o corte da assinatura da Net. Não deu! Principalmente porque o pacote inclui a internet e nós precisamos dela. Pesquisei outras operadoras, na tentativa de manter apenas a internet, mas percebi que o preço não altera muito, então decidi manter e tirar essa economia de outro lugar. Reduzi então meu plano de celular em cerca de 80 reais. Com isso, preciso ainda reduzir uns 100 reais de outro lugar, para "trocar" de economia, ou seja, pra ficar com o pacote da NET, vou ter que cortar em outros lugares.
4. A coisa mais incrível que consegui nesse exercício foi me perceber a mesma pessoa de sempre, com muita vontade de progredir, de me superar e de colocar em prática meus planos. Essa sou eu, uma pessoa que perde o controle de vez em quando, mas que sempre volta pros trilhos da organização. Me orgulho de ser assim!

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Revendo minha estratégia financeira

Estou mais uma vez tendo que olhar de perto para minhas finanças. Eu já contei como faço meu controle financeiro. Tenho uma planilha bem detalhada em que marco tudo o que gasto. A cada final de mês faço uma leitura dos dados e vejo o que tenho que cuidar melhor, onde estou estourando o orçamento, quais os cortes que devo fazer. O problema é que apesar disso, tenho perdido o controle. Como isso pode acontecer? Percebi que, desde que passei a utilizar cartão de crédito no dia a dia, vivo um período de grande angústia, já que gasto sempre de maneira antecipada. Na verdade, gasto um dinheiro que ainda nem existe e não tenho certeza de que terei, lembrando que sou autônoma e, embora, tenha uma renda média estável, nem sempre os valores entram na data prevista.
Dessa forma, o mês começa e eu já fico ansiosa esperando o dinheiro entrar para as contas iniciais e assim que acerto isso, já começo a tentar receber para pagar o cartão de crédito, que acabou ficando muito alto. Identifiquei dois problemas fundamentais:
1. Fiquei sem reserva para as contas do início do mês; Pois é! Depois de vários problemas financeiros que já relatei aqui, que se resumem à perda de renda no ápice da crise e aumento das despesas, acabei ficando sem aquela sobra, que eu sempre utilizei para as contas iniciais e como estava também sem minha reserva de emergência, acabei ficando refém das entradas e, quando essas atrasam, fico numa situação difícil.
2. A utilização do cartão de crédito realmente me desorganizou por dois motivos. O primeiro deles é que eu acabei relaxando nos parcelamentos. Um dois maiores erros financeiros que a gente pode cometer é desconsiderar o valor total e pensar: "ah, eu parcelo em 3 vezes, aí não aperta!". Cometi esse tipo de erro dezenas de vezes nos últimos meses. Com o excesso de parcelamentos, fica difícil zerar a conta. Resultado, endividamento a longo prazo em coisas que poderiam esperar. O segundo motivo é que pagar o valor de todas as compras do mês anterior de uma única vez é mais difícil, ainda mais numa data em que nem sempre recebi todos os honorários . Aí alguém pode pensar "é só mudar o vencimento do cartão!", mas eu não concordo muito com isso, senão a gente passa o mês inteiro pagando contas e administrando os recursos para isso. É muito stress!!! Prefiro continuar pagando as contas no início do mês e antes do meio, pago o cartão. O ideal é que depois disso eu ficasse só com os pequenos consumos do dia a dia. Era assim que eu fazia quando era assalariada e sempre deu certo.
Bem, agora que identifiquei o problema preciso atacá-lo. Em primeiro lugar identifiquei todos os parcelamentos e até onde eles vão. Como a maioria dos parcelamentos são em poucas  vezes (2 a 4 vezes), consigo, zerar os parcelamentos nos próximos 3 meses. Não adianta tentar quitar antes, então, a estratégia é não parcelar nada nos próximos 3 meses e, na medida do possível, não utilizar o cartão de crédito.
Além disso, iniciei um corte bem importante nos gastos de modo geral. Fiz assim:
Em maio analisei minhas planilhas dos 3 meses anteriores e identifiquei onde estavam os problemas.
Percebi que alguns gastos podem ser simplesmente descartados, sem fazer nenhuma falta. Um exemplo? Tarifas de banco! Confesso que me senti muito, mas muito idiota quando percebi que aquele pacote de serviços que vinha pagando há anos, não servia para absolutamente nada! E só me toquei disso, depois que comecei a acompanhar o canal Me Poupe! no youtube. Gente, a Nath mudou minha vida!!!! É um pouco triste a gente se perceber ignorante em algo tão óbvio, mas só quando ela falou dos tais pacotes de serviço, foi que me toquei de que há um bom tempo os bancos passaram a ser obrigados a oferecer uma conta básica, sem o tal pacote de serviços inúteis. Ou seja, eu estava jogando no lixo, todos os meses (pasmem!) 96 reais, dos serviços nas duas contas que movimento. Caramba! É muito dinheiro!
Voltando aos cortes, fiz um mapa com todos os gastos e do lado a pergunta: dá pra cortar? reduzir?
Exemplo:
Serviços →  Essenciais→ 400,00 (gás, luz, celular...)   SIM. Reduzir 15% 
               ↘    Adicionais→ 600,00 (net, nefflix, diarista quinzenal). SIM 100% por 3 meses ou reduzir, por um período maior.
Fui fazendo assim com todos os itens e percebi que posso reduzir vários gastos, só me organizando para isso.
O bom de ir fazendo o mapa mental é que você vai visualizando tudo, puxando uma seta daqui, outra dali, inserindo perguntas e vai refinando sua análise. É um exercício bem legal e recomendo.
Percebi por exemplo, que consigo reduzir um dia do consultório nesse período de baixa. Com isso, tenho um dia a mais livre, o que me faz economizar combustível (uns 10 reais apenas por dia, mas X 4 semanas, já são 40 reais de economia). Já que estarei em casa, estou considerando ficar sem faxineira (ainda não fechei esta questão), o que seria uma economia de 170 reais por semana, como ela vem 2 vezes por mês, seriam 340 reais poupados.
Dá para perceber que não é muito dinheiro, porque eu não tenho gastos gigantes, assim como a maioria das pessoas assalariadas desse nosso país. Então não dá para fantasiar que vou economizar mil reais por mês, não indo à restaurantes, já que minha média de gastos é quase metade disso.
Mas olha só, se a gente somar essas pequenas economias: 96 das tarifas + 40 do combustível + 60 dos serviços essenciais + 170 (uma diária da faxineira, por exemplo)= 366,00. Viu, dá pra economizar uma boa grana, sem sacrificar quase nada. Imagina isso, aplicado num bom fundo de investimentos, ou mesmo disponível para ajudar nas contas do início do mês. Sensacional, não é?
Agora, preciso dizer como cheguei a essa conclusão. Comecei a ler mais sobre finanças pessoais. Pode parecer bobeira, mas as vezes, a gente não está conseguindo entender o que dá para fazer para melhorar nossa condição, aí lê um artigo de um educador financeiro, uma dica de quem é da área ou um roteiro de quem desenvolveu boas estratégias para lidar com isso e as coisas vão clareando na cabeça. Tenho acompanhado o canal Me Poupe!, lido e visto vídeos do Gustavo Cerbasi, lido os artigos do Dinheirama e lido coisas que estes recomendam.
Tem sido um aprendizado interessante e até me instigado a ir além nesses conhecimentos.


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Como estou lidando com meus problemas de saúde

Já falei aqui do meu processo de adoecimento e do plano que elaborei para ficar melhor. O mês de maio foi o pior mês do ano. Viajei no feriado do início do mês, passei 13 ou 14 dias tossindo sem parar. Depois que mexi na alimentação, percebi que fiquei melhor, mais disposta e até dormi algumas noites um pouco melhor, mas no final do mês voltei a piorar.  Por coincidência... outro feriado e eu estava péssima. Além disso, filhote teve uma virose. Foram dias estressantes.  Ainda não melhorei e hoje passei o dia  em casa, praticamente me arrastando. Comi bastante fruta e tomei suco. Substitui o almoço por batata doce. Fiz várias refeições pequenas, para ver se o refluxo diminui. O maior problema é que como estou sem energia, passo Boa parte do dia deitada e isso piora ainda mais a tosse. Havia voltado a fazer academia e foi bem legal, mas nesses dias não havia como ir. Hoje dormi Boa parte do dia, em pequenos cochilos e termino  a noite exausta da mesma maneira.
Nesta semana vou fazer alguns exames, inclusive endoscopia. Espero que algo fique claro e possamos tratar.
Bem, apesar dos dias difíceis, consegui sair um pouco com meu filhote, fomos a uma quermesse e no domingo almoçamos fora.
O meu único desejo é ter uma boa noite de sono e ter um dia bem produtivo.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Doente de novo

Como contei na minha última postagem que foi em fevereiro, minha saúde vem piorando muito. Estou novamente doente. Outra crise alérgica/refluxo! Já são 7 dias tossindo sem parar!!! Dá pra imaginar o que é viver assim? Bem, as noites são sempre piores, quando deito piora o refluxo e as alergias  normalmente atacam mais à noite mesmo. São noites mal dormidas e dias cansativos e sem ânimo para nada. Foi mais um feriado assim, em que eu não curti a praia que desejei tanto ir. Meu filho foi meio que abandonado, sob cuidado dos outros, coitadinho! Hoje não fui trabalhar porque não tinha energia alguma. Sinto sono e não consigo dormir. A cabeça está cheia de ideias que não consigo executar. É um horror me sentir assim. Então hoje, resolvi parar tudo. Preciso descansar e pensar num plano de ação que seja real. Cansei de escrever coisas que não realizo. Hoje eu me toquei que preciso melhorar meu corpo e minha saúde, definitivamente. Já fui a vários médicos nos meses de fevereiro e março. Estou fazendo os exames a passos de tartaruga, mas estou fazendo.
Pesquisei alguns blogs com ideias sobre nutrição, em especial dieta detox. Me sinto muito intoxicada e achei que esse é um bom início. Pensei em fazer uns sucos e sopas por alguns dias, mas sem me restringir muito, já que sei o quanto dietas restritivas são difíceis de levar em frente. Amanhã, sexta feira (isso mesmo!) volto pra academia, nem que seja para fazer 15 minutos de esteira. Já fiz uma lista de supermercado e vou iniciar um diário do meu processo todo. Enfim, acho que é isso, preciso começar por onde dá. Não quero ficar me entupindo de medicação, então acredito que a saída seja mesmo a alimentação. Preciso me conectar de novo com meu corpo. Preciso voltar a olhar pra dentro. Parece que me perdi ou me escondi e agora preciso me reencontrar, perceber melhor o que vem acontecendo comigo, quais são os pedidos do  meu corpo. Preciso ficar mais tranquila e conseguir me perceber melhor, antes de adoecer ainda mais.